Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025

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Visita Pastoral de Dom Iosif e Dom Melétios

PROGRAMAÇÃO MENSAL

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A B R I L / 2 0 2 6

Domingo, 26 de agosto de 2018








13º domingo de Mateus 





A doutrina principal e fundamental da nossa Igreja é a fé na Santíssima Trindade. Verdadeiro Deus, ao qual se dirige o coração de toda pessoa, é a Trindade: Pai sem princípio, quem tudo criou por meio do Filho, com a sinergia do Espírito Santo; o Filho igualmente sem começo, através de quem nós conhecemos o Pai; e o Espírito Santo que é conjuntamente louvado com o Pai e o Filho, e que do Pai procede, e no Filho repousa. As três pessoas da consubstancial e Santíssima Trindade se contém mutuamente uma a outra e são contidas uma pela outra. Desta verdade dogmática de nossa Igreja provém sua doutrina moral do amor, com a qual contagia o mundo inteiro.

O Apóstolo São Paulo, na leitura apostólica de hoje dirigida à Igreja de Corinto, incentiva seus fiéis a que se dediquem às tarefas que são agradáveis a Deus, enfatizando que o elemento característico deste comportamento é o amor: «Que tudo seja feito com amor».

O amor, na vida da Igreja, é o que deve estar em evidência em todas as dimensões dos atos humanos. Por amor devemos proceder; o amor deve ser a principal causa de nossas ações. Com amor, como a característica principal de nossos atos, devemos trabalhar, e com amor devemos projetar o objetivo de nossas ações.

Cada uma de nossas tarefas deve ser um testemunho de Cristo. Isto é, devemos projetar Jesus Cristo em nossas ações, para que seu Nome seja glorificado, e para que sejam edificadas as almas humanas por quem Cristo morreu (Rm 14,15). É por isso que a causa, a identidade e o motivo de nossas ações, í imprescindível que tenham o amor como principal característica, e se destaque pelo amor de Cristo, o maior amor que o mundo já conheceu: " Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos." (Jo 15:13).

Nossas ações devem ser movidas pelo amor, aquela grande e profunda raiz que absorverá os elementos indispensáveis e benéficos para produzir abundantes, maduros e saborosos frutos. Um exemplo a se imitar é o amor de Deus, isto é, a causa da criação do mundo e também da sua salvação. É por isso São João, o Teólogo, escreve: «Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna». (Jo 3, 16). Característica e conteúdo de nossas obras deve ser o amor, tronco firme que suporta o embate dos ventos que o atacam com fúria. A fonte deste amor é o próprio amor, o próprio Deus: «Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele». (1 Jo 4:16).

A finalidade de nossas obras deve ser o amor, o cumprimento da lei, a síntese de todos os mandamentos, a decana das virtudes que deifica os seres humanos. A nossa bússola, a palavra de Cristo: «Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros» (Jo 15:17).

Quando nosso Senhor Jesus Cristo colocou em seus santos discípulos e apóstolos a marca de seus fiéis seguidores, esta marca foi o amor: «Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros». (Jo 13, 35). Todos nós que temos a honra de termos nos tornado filhos de Deus, trazemos esta marca distintiva.

«Somos nós os guardiões do amor na escura noite da falta de amor que cobre nosso mundo? Somos nós os anjos do amor, que levam como brisa refrescante a mensagem de amor em meio aos gritos de dor e aos ruídos ensurdecedores das ideologias contrárias a Deus? Impregnemos «todas as articulações, os rins e o coração», com essa virtude divina, para que confessemos dignamente a «Consubstancial e Indivisível Trindade». Amém.

Fonte: Ortodoxia.org
Trad.: Pe. André



Parábola dos «Lavradores maus»


Nesta parábola o SENHOR nos conta sobre a oposição consciente a Deus por parte dos guias espirituais do povo judeu — os sacerdotes, escribas e fariseus, personificados como os maus lavradores.

«Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe. E, chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os seus frutos. E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram outro, e apedrejaram outro. Depois enviou outros servos, em maior número do que os primeiros; e eles fizeram-lhes o mesmo. E, por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: Terão respeito a meu filho. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, e apoderemo-nos da sua herança. E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha, e o mataram. Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendará a vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe dêem os frutos. Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, Essa foi posta por cabeça do ângulo; Pelo Senhor foi feito isto, E é maravilhoso aos nossos olhos?».

Nesta parábola, os servos enviados pelo SENHOR da vinha, representam os profetas do Antigo Testamento, assim como os apóstolos que continuaram suas tarefas. Realmente, a maioria dos profetas e apóstolos pereceram por morte imposta pelas mãos dos «maus lavradores». Sob o termo «frutos» subentende-se a fé a as obras piedosas, que Deus esperava do povo judeu. A parte profética da parábola — o castigo dado aos maus lavradores e a concessão da vinha a outros lavradores — foi concretizada 35 anos após a Ascensão do SENHOR, quando, sob o domínio de Tito, toda a Palestina fora destruída, e os judeus tiveram que se dispersar pelo mundo. O Reino de Deus pelas obras dos apóstolos, passou então para outros povos.

Dom Alexander (Mileant)
Trad.: Marina Tschernyschew








Vida dos Santos




Santos Adriano e Natália





Data de celebração: 26/08/2018


Tipo de festa: Fixa

Santo (a) do dia: 
Santos Adriano e Natália, sua mulher, mártires (fim do séc. III)

Biografia:

Os Santos Adriano e Natália viviam na cidade de Nicomédia, região de Vifania, na Ásia Menor. Adriano era pagão e ocupava um dignitário do imperador Maximiliano Galerio (305–311), perseguidor dos cristãos. Natalia era cristã, porém em segredo. Durante a perseguição, escondiam-se numa caverna próxima à Nicoméia 23 cristãos. Tendo sido encontrados, foram levados à prisão e julgados, buscando persuadi-los a que oferecessem sacrifícios aos ídolos. Depois, foram conduzidos ao juizado para que tivessem seus nomes registrados. Ali se encontrava Adriano, que era o diretor da sala do juizado. Adriano perguntou aos cristãos que prêmio esperavam receber de seu Deus por haver suportado todas aquelas torturas. E, como resposta, ouviu: «As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam (1 Cor 2,9). Ao escutar isto, disse Adriano ao escrivão: «tome nota de meu nome junto aos deles, porque também sou um cristão!» Tendo dito isto, Adriano foi encarcerado. O imperador o aconselhou a apagar seu nome da lista dos cristãos e desculpar-se pelo que fez, mas Adriano respondeu que não havia perdido a razão e assim agia por sua livre vontade. Contava, neste tempo, com 28 anos de idade. Natália, sua esposa, ao saber do que havia se passado, apressou-se a ir à prisão para levar alento ao esposo Adriano e encorajá-lo. Depois de comunicarem aos prisioneiros cristãos que eles haviam sido sentenciados à morte, deixaram que Adriano saísse da prisão e fosse à sua casa rapidamente para que informasse sua esposa de sua condenação. Ao vê-lo, temendo que Adriano tivesse negado a sua fé em Cristo, Natália não permitiu que entrasse em sua casa.

Ao retornar à prisão, Adriano, juntamente com os outros cristãos, foram submetidos às mais cruéis torturas: os carrascos, usando pesadas marretas, quebraram-lhes braços e pernas, causando-lhes grandes sofrimentos antes que morressem. Quando chegou a vez de Adriano, o que mais temia sua esposa é que lhe faltasse coragem e que pudesse renegar a Cristo. Por isso mesmo o acompanhava fortalecendo e sustentando seus braços e pernas quebradas pelos carrascos. Adriano morreu junto com os demais mártires cristãos no ano 304. Quando tentavam queimar seus corpos, uma grande tormenta se formou apagando o fogo e, atingidos por um raio, vários carrascos foram mortos. O comandante do exército queria casar-se com Natália que ainda era jovem e rica. Ela, porém, antes da morte de Adriano tinha pedido ao seu esposo que rogasse a Deus para que não a obrigassem a casar-se. Logo, Adriano lhe apareceu em sonho e lhe disse que em pouco tempo ela estaria com ele. E assim foi: Natália morreu sobre o sepulcro de seu marido Adriano que estava situado próximo da cidade de Bizâncio para onde os cristãos haviam levado o corpo de Adriano.

II – Aconteceu que, no início do século IV e durante a perseguição do imperador de Diocleciano, Adriano, que era chefe dos guardas do imperador, ao assistir à injusta condenação de 22 valentes cristãos, gritou: “Acrescentai também o meu nome a estes heróis mártires, pois também eu me declaro cristão”. Lançado na cadeia com outros, Santo Adriano recebeu total apoio de sua cristã esposa Natália, principalmente depois de ser batizado pelos irmãos. Natália pôde acompanhar de perto o seu marido, pois na cadeia usou da criatividade e coragem para tal, até que, perto do grande testemunho de Santo Adriano, Natália confidenciou o seu desejo de que prosseguisse, mas sem se esquecer dela. Como casal, o seu amor a Jesus era tanto que Natália preferia a morte do que ser dada pelo imperador a algum general. E isto aconteceu: depois de Adriano ter sido queimado vivo juntamente com os outros 22 mártires, Natália, ao fugir de um casamento que lhe queriam impor, não aguentou o cansaço e fome da caminhada. Diz-se que teve uma visão de Adriano que na glória a vinha buscar.
Trad.: Pe. André

Extraído do site: ecclesia.com.br



Hino do dia




Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



Celebrações do dia



1. Adriano de Nicomédia

2. Osios Ioasaf filho do rei da Índia Avenir

3. São Tithois

4. Testemunhas Santos Vinte

5. Santos Atticus e Sisinios

6. Osios Ivistion

7. Agios Adrianos

8. Agios Gelasios

9. Osios Adrianos na Rússia

10. Beata Maria Ivanovna do Ntiveevo Para Cristo Sali

11. Sinaxe do Theotokos de Vladimir


Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



Leituras do dia




Matinas - Marcos 16, 1-8

Epístola - I Coríntios 16, 13-24

Evangelho - Mateus 21, 33-42

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)






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