Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025

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Visita Pastoral de Dom Iosif e Dom Melétios

PROGRAMAÇÃO MENSAL

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O U T U B R O / 2 0 2 6

Domingo, 11 de outubro de 2026.

  


«A que caiu em terra boa são aqueles que, tendo ouvido a Palavra com coração nobre e generoso, a conservam e dão fruto pela perseverança.» (Lc 8,15)


Dom Irineo​
Bispo de Tropaion

«Domingo dos Santos Padres do VII Concílio Ecumênico»


Leituras bíblicas


Orthros -  Jo 20,11–18; 
Apóstolos — Tt 3,8–15; 
Evangelho — Lc 8,5–15. 
Modo 2º | Eothinon 8.


A memória dos Santos Padres do VII Concílio Ecumênico, reunidos em Niceia no ano de 787, encontra neste domingo uma correspondência particularmente fecunda com a Parábola do Semeador. O Evangelho apresenta a Palavra de Deus lançada generosamente sobre a terra e destinada a produzir frutos naqueles que a recebem com perseverança. A Epístola a Tito, por sua vez, insiste na fidelidade à doutrina recebida, na prática das boas obras e na responsabilidade de preservar a comunhão eclesial. A celebração dos Santos Padres permite-nos contemplar essas dimensões na própria história da Igreja: a verdade revelada foi acolhida, defendida e transmitida para que continuasse a produzir frutos de santidade nas gerações seguintes.

A controvérsia iconoclasta, que marcou profundamente a vida da Igreja bizantina entre os séculos VIII e IX, atingia uma questão essencial da fé cristã. A possibilidade de representar e venerar as santas imagens estava diretamente relacionada à realidade da Encarnação do Filho de Deus. Ao defender os ícones, os Padres de Niceia preservaram o testemunho apostólico de que o Verbo eterno assumiu verdadeiramente nossa humanidade, tornando-se visível e acessível à experiência humana sem deixar de ser Deus.

A questão não se restringia, portanto, à legitimidade de uma prática devocional ou à preservação de uma tradição artística. Tratava-se de reconhecer as consequências da afirmação central do Evangelho: «E o Verbo se fez carne e habitou entre nós» (Jo 1,14). Aquele que é invisível segundo sua natureza divina entrou na história humana, nasceu da Virgem Maria, viveu entre os homens, sofreu, morreu e ressuscitou. Sua humanidade não foi uma aparência passageira, mas a natureza humana verdadeira, assumida pelo Filho eterno para nossa salvação.

A definição dogmática do II Concílio de Niceia, em 787, confirmou a legitimidade da veneração dos santos ícones e estabeleceu sua fundamentação teológica. A controvérsia iconoclasta, entretanto, não terminou definitivamente naquele momento. Depois de um novo período de perseguições às imagens, sua restauração solene ocorreu em Constantinopla, em 843, acontecimento celebrado pela Igreja no primeiro domingo da Grande Quaresma como Triunfo da Ortodoxia. A comemoração dos Padres conciliares em outubro e a celebração quaresmal recordam, assim, momentos distintos de uma mesma defesa da fé apostólica.

Entre os grandes defensores da veneração das imagens encontram-se São João Damasceno e o Patriarca Germano de Constantinopla, cujos testemunhos precederam o Concílio de 787. São João Damasceno desenvolveu uma argumentação que permanece fundamental para a compreensão ortodoxa dos ícones. Se, antes da Encarnação, Deus não podia ser representado por ser invisível e incorpóreo, a manifestação histórica do Verbo encarnado tornou possível representar aquilo que Deus revelou visivelmente em sua humanidade.

«Antigamente, Deus, que não tem corpo nem forma, não podia de modo algum ser representado. Mas agora, quando Deus foi visto na carne e conviveu com os homens, represento aquilo que de Deus se tornou visível.»


— São João Damasceno, Primeiro discurso em defesa das santas imagens, 16 (tradução de sentido).

Essa afirmação exige uma precisão cristológica importante. O ícone de Cristo não representa a natureza divina, que permanece invisível, incompreensível e incircunscritível. Representa a Pessoa do Verbo encarnado segundo sua humanidade visível. O sujeito representado é o próprio Filho de Deus, que assumiu uma natureza humana completa sem que sua divindade sofresse alteração ou limitação.

São Teodoro Estudita aprofundou essa compreensão ao distinguir a pessoa representada da natureza considerada abstratamente. O ícone não pretende representar uma natureza humana separada da Pessoa divina, nem circunscrever a divindade. Representa Cristo, a única Pessoa do Filho, segundo os traços de sua humanidade histórica. A possibilidade da representação repousa, portanto, na união verdadeira das naturezas divina e humana na única Pessoa do Verbo.

Essa distinção preserva a integridade da fé cristológica. Aquele que nasceu da Theotokos é o mesmo Filho eterno do Pai; Aquele que sofreu na carne é o mesmo Senhor que permanece impassível segundo sua divindade; Aquele que pode ser representado em sua humanidade é o Deus verdadeiro que assumiu nossa condição para restaurá-la.

O ensinamento conciliar preserva igualmente a distinção entre veneração e adoração. A adoração, em sentido próprio (latreía), pertence somente a Deus. Aos santos ícones presta-se veneração honorífica (timētikḕ proskýnēsis), porque a honra dirigida à imagem se refere àquele que nela é representado. O II Concílio de Niceia acolheu, nesse contexto, o princípio formulado por São Basílio Magno:


«A honra prestada à imagem passa ao protótipo.»

— São Basílio Magno, Sobre o Espírito Santo, 18,45; princípio retomado pela definição dogmática de Niceia II.

Assim, diante do ícone de Cristo, nossa veneração dirige-se ao próprio Salvador. Diante do ícone da Theotokos, honramos aquela que deu à luz o Verbo encarnado. Diante dos ícones dos santos, reconhecemos a obra da graça naqueles que se tornaram participantes da vida divina. A veneração cristã não atribui divindade à madeira, às cores ou ao trabalho do iconógrafo. É um ato de fé que, por meio da imagem visível, se dirige à pessoa representada.

A tradição iconográfica ortodoxa encontra seu fundamento nessa compreensão da Encarnação e da santificação da matéria. A criação material, que Deus declarou boa, não permanece estranha à obra da salvação. A água do Batismo, o óleo da Crisma, o pão e o vinho eucarísticos e os gestos da oração testemunham que a graça divina alcança o ser humano em sua totalidade, espiritual e corporal. Os ícones pertencem a esse horizonte sacramental da vida eclesial, embora sua veneração não deva ser confundida com a natureza própria dos Santos Mistérios.

A defesa dos ícones possui ainda uma dimensão profundamente antropológica. O ser humano foi criado à imagem de Deus (Gn 1,26–27), e a Encarnação do Filho revela a plenitude da vocação humana. Cristo, imagem perfeita do Deus invisível (Cl 1,15), restaura em nós a imagem obscurecida pelo pecado e abre-nos o caminho da semelhança divina. Contemplando Cristo, reconhecemos Aquele em cuja imagem nossa existência deve ser progressivamente transfigurada; contemplando os santos, testemunhamos que essa transformação já começou a realizar-se na história.

É nesse ponto que a memória conciliar encontra uma correspondência particularmente profunda com a Parábola do Semeador.

O Senhor descreve um homem que sai a semear. Parte da semente cai à beira do caminho e é pisada ou devorada pelas aves; outra cai sobre a pedra e seca por falta de umidade; outra cresce entre espinhos e acaba sufocada; finalmente, aquela que encontra terra boa germina e produz fruto abundante. A explicação oferecida pelo próprio Cristo afasta qualquer interpretação meramente agrícola: «A semente é a Palavra de Deus» (Lc 8,11).

A parábola revela, antes de tudo, a generosidade do Semeador. A Palavra é oferecida abundantemente, alcançando terrenos de condições muito diferentes. Deus não restringe antecipadamente seu chamado àqueles que já possuem um coração preparado. Sua Palavra vem ao encontro da humanidade concreta, com suas resistências, fragilidades, inquietações e possibilidades de conversão.

O problema não está na qualidade da semente, mas na maneira como ela é recebida. À beira do caminho encontram-se aqueles que ouvem sem permitir que a Palavra penetre profundamente. O terreno pedregoso representa os que a acolhem com alegria, mas não possuem raízes suficientes para perseverar durante as provações. Os espinhos evocam as preocupações, riquezas e prazeres da vida que, pouco a pouco, sufocam o crescimento espiritual. A terra boa, finalmente, corresponde aos que escutam, conservam a Palavra num coração nobre e generoso e produzem frutos pela perseverança.

São João Crisóstomo, comentando a parábola em sua exposição de Mateus 13, chama a atenção para a responsabilidade humana na recepção da Palavra. A disposição do coração pode ser transformada: o caminho endurecido pode ser cultivado, as pedras removidas e os espinhos arrancados. Diferentemente do solo material, o coração humano não está condenado a permanecer na condição em que se encontra. A graça de Deus e a resposta livre do homem tornam possível sua conversão.

São Cirilo de Alexandria, em seu Comentário ao Evangelho de Lucas, desenvolve a dimensão espiritual dos diferentes terrenos. A semente que cai sobre a pedra recorda aqueles cuja fé não alcança profundidade suficiente para resistir às provações; os espinhos representam as preocupações e os desejos que disputam o espaço interior destinado à Palavra. A fecundidade da terra boa manifesta-se, por sua vez, naqueles que guardam o ensinamento recebido e permanecem fiéis ao longo do tempo.

Essa interpretação patrística permite compreender a importância da expressão utilizada por São Lucas: «dar fruto pela perseverança». O termo grego hypomonḗ designa a constância que permanece firme diante das dificuldades, uma paciência ativa, sustentada pela esperança e pela fidelidade. Não se trata simplesmente de suportar passivamente as circunstâncias, mas de conservar a Palavra mesmo quando sua realização exige esforço, renúncia e resistência espiritual.

A vida cristã amadurece nessa perseverança. A graça recebida no Batismo inaugura uma existência nova, mas seu crescimento pede nossa cooperação contínua. A oração, o jejum, a participação nos Santos Mistério

s, a escuta das Escrituras e a prática da caridade cultivam a terra interior. O cristão aprende a permanecer fiel quando a oração se torna difícil, quando surgem provações e quando os frutos de seu esforço ainda não podem ser percebidos.

A ligação com os Santos Padres torna-se, aqui, particularmente significativa. Aqueles que defenderam a fé em Niceia não preservaram uma doutrina abstrata, separada da vida cristã. Guardaram a verdade da Encarnação porque dela depende a possibilidade de nossa comunhão com Deus. A fidelidade ao ensinamento recebido corresponde, no plano eclesial, à perseverança da terra boa: a Palavra é acolhida, conservada e transmitida, para que continue a produzir frutos nas gerações seguintes.

Entretanto, guardar a fé não significa simplesmente conservar suas fórmulas ou repetir suas definições. A profissão correta da fé deve encontrar correspondência na maneira de viver. É nesse ponto que a Epístola a Tito oferece uma terceira dimensão à reflexão deste domingo.

Na passagem apostólica (Tt 3,8–15), São Paulo recomenda insistentemente que os fiéis se dediquem às boas obras. Sua preocupação é concreta: que os cristãos aprendam a responder às necessidades urgentes, evitando uma existência espiritualmente estéril. A insistência apostólica aparece tanto no início quanto no final da leitura. A fé professada deve tornar-se fecunda na caridade, na responsabilidade e no serviço aos irmãos.

Ao mesmo tempo, o Apóstolo adverte contra discussões insensatas, controvérsias inúteis e divisões que comprometem a comunhão. Sua recomendação de afastar-se daquele que persiste obstinadamente no erro, depois de uma primeira e segunda admoestação, deve ser compreendida no contexto da responsabilidade pastoral de proteger a comunidade. Não constitui autorização para desprezar pessoas, substituir a correção fraterna pela hostilidade ou transformar a defesa da verdade em espírito de condenação.

Há uma distinção necessária entre a firmeza doutrinal dos Santos Padres e as disputas estéreis denunciadas pelo Apóstolo. A controvérsia sobre os ícones atingia diretamente a confissão da Pessoa de Cristo e a compreensão da salvação. Os Padres não discutiam uma preferência secundária, mas defendiam a realidade do Verbo encarnado e a possibilidade de a humanidade participar de sua vida. Sua fidelidade à verdade foi expressão da responsabilidade pastoral de preservar o Evangelho recebido dos Apóstolos.

A advertência apostólica conserva, entretanto, sua atualidade. Podemos gastar grande parte de nossas energias em discussões religiosas, alimentar ressentimentos em nome da defesa da fé e perder de vista as necessidades daqueles que vivem ao nosso lado. A fidelidade à Tradição exige discernimento, estudo e responsabilidade; requer igualmente humildade, paciência e disposição para servir. A ortodoxia da fé encontra sua expressão própria numa vida transformada pela graça.

A convergência entre as leituras torna-se especialmente expressiva quando consideramos a vocação do cristão a tornar-se imagem viva de Cristo. Essa expressão não significa que a imagem divina seja produzida por nossos esforços morais. Fomos criados à imagem de Deus, e essa dignidade pertence à nossa própria condição humana. O pecado obscurece nossa capacidade de manifestar essa imagem, mas não destrói a dignidade fundamental da pessoa. Pela Encarnação, morte e Ressurreição de Cristo, a humanidade é chamada à restauração e à participação na vida divina.

A vida virtuosa manifesta essa transformação realizada pela graça. A santidade não nasce da simples imitação exterior de um modelo moral, mas da comunhão com Cristo, que renova o ser humano interiormente. A oração, a misericórdia, a justiça, a mansidão e a fidelidade tornam-se frutos dessa vida nova, sinais de que a Palavra acolhida começa a configurar nossa existência à imagem do Salvador.

Essa compreensão ilumina também nossa relação com os irmãos. Cada pessoa foi criada à imagem de Deus, mesmo quando essa imagem se encontra obscurecida pelo sofrimento, pelo pecado ou pelas feridas da existência. O cuidado com os pobres, a atenção aos enfermos, o acolhimento dos estrangeiros, o respeito aos idosos e a proteção dos mais vulneráveis pertencem, assim, à responsabilidade de quem confessa a Encarnação. Aquele que assumiu nossa humanidade tornou-se solidário com a condição humana, e a Igreja é chamada a reconhecer sua presença nos irmãos.

A tradição ascética oferece-nos os meios concretos para cultivar essa transformação. A oração abre espaço para a escuta da Palavra; o jejum educa nossos desejos; a confissão permite reconhecer as resistências do coração; a participação na Divina Liturgia fortalece nossa comunhão com Cristo e com seu Corpo, a Igreja. Nenhuma dessas práticas opera de maneira automática. Todas pedem nossa cooperação livre com a graça divina, numa existência marcada pela conversão e pela perseverança.

É precisamente nessa experiência de comunhão que a doutrina dos santos ícones encontra sua expressão mais profunda. Ao entrar no templo, o fiel contempla as imagens de Cristo, da Theotokos e dos santos, escuta a Palavra de Deus, une sua voz à oração da Igreja e aproxima-se dos Santos Mistérios. Os sentidos, o corpo, a inteligência e o coração são chamados a participar da mesma realidade espiritual. A Encarnação do Verbo manifesta que a salvação alcança a totalidade da existência humana, e a vida litúrgica educa-nos a acolher essa graça, permitindo que ela transforme progressivamente nossa maneira de pensar, agir e relacionar-nos.

A Divina Eucaristia constitui o centro dessa experiência. Aquele que se fez carne oferece-nos seu Corpo e seu Sangue como alimento de vida eterna. A comunhão com Cristo torna possível o crescimento espiritual que o Evangelho descreve pela imagem da semente. Alimentados pela graça, somos enviados ao mundo para produzir frutos de justiça, misericórdia e amor. A vida eucarística prolonga-se, desse modo, nas obras que o Apóstolo recomenda a Tito.

O ensinamento dos Santos Padres e a Parábola do Semeador conduzem-nos, finalmente, a um exame de consciência. Conservamos a Palavra que ouvimos ou permitimos que ela se perca entre tantas outras vozes? Nossa vida de oração possui raízes capazes de resistir às provações? As preocupações e os desejos ocupam todo o espaço interior? A fé que professamos encontra expressão em gestos concretos de caridade? E a veneração que prestamos ao ícone de Cristo está educando nosso olhar para reconhecer a dignidade de nossos irmãos?

Essas perguntas não pretendem desencorajar-nos. O Semeador continua a lançar sua semente. O coração endurecido pode ser trabalhado, as raízes podem aprofundar-se e os espinhos podem ser removidos. A conversão permanece possível porque Deus não abandona sua criação e continua a agir nela com paciência e misericórdia.

A memória dos Padres de Niceia recorda-nos a responsabilidade de conservar íntegra a fé apostólica. O Evangelho ensina-nos a recebê-la com profundidade e perseverança. A Epístola mostra-nos que sua fecundidade se reconhece nas boas obras. A mesma verdade que a Igreja confessa deve criar raízes no coração e tornar-se visível na vida.

Os santos ícones anunciam que Deus entrou verdadeiramente em nossa história e que a humanidade foi chamada à transfiguração. A terra boa da parábola representa o coração que acolhe esse chamado e lhe responde com fidelidade. A celebração deste domingo convida-nos, portanto, a cultivar nossa existência para que a imagem de Cristo, recebida como dom e restaurada pela graça, resplandeça progressivamente em nossos pensamentos, palavras e ações.


Referências bibliográficas
II Concílio de Niceia (787). Definição dogmática sobre a veneração dos santos ícones, especialmente a distinção entre veneração honorífica e adoração.
São João Damasceno. Discursos em defesa das santas imagens, especialmente o Primeiro Discurso, 16.
São Basílio Magno. Sobre o Espírito Santo, 18,45.
São João Crisóstomo. Homilias sobre o Evangelho de Mateus, homilia 44, sobre a Parábola do Semeador (Mt 13).
São Cirilo de Alexandria. Comentário ao Evangelho de Lucas, exposição de Lc 8,4–15.
São Teodoro Estudita. Antirréticos contra os iconoclastas, especialmente a argumentação sobre a Pessoa de Cristo e sua representação iconográfica.
Santo Atanásio de Alexandria. Sobre a Encarnação do Verbo, 54,3.
Sagrada Escritura. Gn 1,26–27; Is 55,10–11; Jo 1,14–18; Lc 8,5–15; Tt 3,8–15; Cl 1,15.
Estudos e homilias contemporâneos
Pe. Kristian Akselberg. Sermon — Sunday of the 7th Ecumenical Council (2020). St Andrew’s Greek Orthodox Cathedral, Londres. Consultar.
Pe. Philip LeMasters. Homily for the Sunday of the Holy Fathers of Seventh Ecumenical Council (2024 e 2025). Eastern Christian Insights. Consultar.
Pe. Nicholas Frazer. The Eternal Glory: Understanding the Seventh Ecumenical Council (2025). The Good Shepherd. Consultar.
OrthodoxWiki. Seventh Ecumenical Council. Síntese histórica e doutrinal. Consultar.




Vida dos Santos







São Filipe





Data de celebração: 11/10/2026

Tipo de festa: Fixa

Santo (a) do dia:
São Filipe, um dos 7 diáconos, apóstolo [dos 70] (séc. 1)

Biografia:

Filipe era um dos sete diáconos mencionados no livro dos «Atos dos Apóstolos». Foi um dos escolhidos pelos apóstolos em Jerusalém para assistir e atender aos mais pobres membros da igreja, de modo que a comunidade era unificada entre os Palestinos Nazarenos e os judeus Helenitas que vinham a Jerusalém de outras partes do Império Romano. O diácono também ajudava os apóstolos nos seu deveres de modo a permitir que eles tivessem mais tempo para pregarem. Conforme os “Atos dos Apóstolos” Filipe foi o primeiro Nazareno a pregar na Samaria,convertendo o Simão Magnus (8:5-13) e na volta, na estrada de Jerusalém para Gaza, converteu o tesoureiro da rainha da Etiópia (231:8-9) . Continuando as suas pregações ele se instalou na Cesaréa e ali viveu com suas quatro filhas virgens que são veneradas como santas(21:8-9). São Paulo ficou em sua casa quando visitou a Cesaréa. A tradição dá a ele a honra de bispo de Tralles, Lydia e algumas vezes ele é chamado de «o evangelista» um titulo dado apenas para diferenciá-lo de um outro Filipe, o Apóstolo.

Trad.: Pe. André



Extraído do site: ecclesia.com.br




Hino do dia



Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Celebrações do dia



1. São Filipe o Apóstolo um dos sete diáconos

2. Memória do Sétimo Sínodo Ecumênico

3. São Teófanes, o Escrito, o Confessor Bispo de Nicéia

4. Santos Nektarios, Arsakios e Sisinios Patriarcas de Constantinopla

5. São Jonas em Pergamon, Chipre

6. Santos Zinaida e Filonilla são as irmãs

7. São Filoteu, o Patriarca Vermelho de Constantinopla

8. São Germanos, Maroulis do Monte Athos

9. Santa etelburga

10. Saint Kenneth

11. São Savvas o Vatopedin

12. Reunião do Santíssimo Theotokos de "Nafpaktiotissa"

13. Reunião dos Santos em Chios

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



Leituras do dia


Matinas - João 20, 11-18

Epístola - Tito 3, 8-15

Evangelho -
Lucas 8, 5-15

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Jejum


Livre

Permitido todos os alimentos

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)

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