Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025

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Visita Pastoral de Dom Iosif e Dom Melétios

PROGRAMAÇÃO MENSAL

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A B R I L / 2 0 2 6

Domingo, 02 de setembro de 2018











14º domingo de Mateus 




De maneira sutil, mas taxativa, o Senhor deixa transparecer na Parábola sua predileção pelos pobres e marginalizados. O Reino de Deus é comparado ao banquete que um rei celebrava por ocasião das bodas de seu filho. Para esta festa foram convidadas pessoas importantes que faziam parte do primeiro escalão da sociedade. Por razões diversas se escusaram de comparecer e tomar parte na festa, menosprezando um convite tão seletivo. O rei então, estendeu o convite a todos que por ali passavam ocasionalmente. Assim, a sala onde se realizava a festa, em pouco tempo, ficou ocupada pelos que pertenciam à classe menos favorecida da sociedade: pobres, aleijados, coxos, viúvas, desempregados, entre outros.

Quem é digno Senhor de entrar em teu banquete celestial? Mesmo que meu corpo porte as vestes dignas dos convivas, mas se minha alma não for digna de vesti-la, como Senhor poderei permanecer no salão onde é esperado o Rei da Glória? Dá-me, ó Misericordioso, o desprendimento dos pobres, a paciência dos coxos, a confiança das viúvas, a esperança dos sofredores e a fé inabalável dos crentes. Que minha alma seja recebida por ser digna de portar a veste das núpcias”.

São João Crisóstomo.



O anfitrião entrou na sala e apresentou seu Filho aos presentes. Deus é este Anfitrião que chama todos à participar das bodas de seu Filho com a natureza humana, iniciada e consumada na encarnação do Verbo e, dando dignidade à carne humana, na Ascensão. É Ele o Rei que apresenta ao mundo o seu Filho Unigênito, o Esposo da nova Aliança, o Esposo da Igreja anunciado pelos profetas, mas rejeitado pelos "primeiros convidados".

“A razão que tudo desvenda faz-se cega ante o mistério da extrema humildade de um Deus que se faz carne para salvar os que estavam perdidos. As núpcias da divindade com a humanidade não é um mistério para ser desvendado, é uma realidade para ser admirada com o estupor da contemplação”

Santo Irineu.



O Reino de Deus se abre a todos, bons e maus, pecadores e santos, gentios e pagãos, puros e impuros. O banquete é, portanto, o sinal do amor gratuito de Deus, extensivo a todos os homens. Os que rejeitam este convite fecham-se ao Amor. Por isso não recebem os frutos do amor e conseqüentemente, não conhecem a Deus, pois só quem ama O conhece verdadeiramente.

“O banquete está pronto”. A encarnação do Verbo e o seu oferecimento em sacrifício de maneira perpétua, dá-se em cada celebração litúrgica. Eis porque Deus continua renovando o seu convite: “Ide pelas encruzilhadas dos caminhos e a todos que encontrardes, convidai-os para as bodas”. A sala da festa está cheia: bons e maus ali se encontram. É a imagem da Igreja aberta a todos. Podemos aqui descortinar um dos aspectos apostólicos da Igreja, ou seja, sua realidade missionária. A Igreja deve levar a todos a Boa Nova. A Igreja convida a todos a participar do banquete celestial. A Igreja vai ao encontro do homem e lhe oferece aquilo que o mundo não pode oferecer: a Salvação. Quando não mais ofertar a Salvação, mas outra realidade temporal, o objeto de seu caráter missionário confundir-se-á com o que o mundo já oferece e deixará de fazer sentido sua existência. A Igreja porta um grande tesouro que deve ser revelado e distribuído dignamente a todos.

A Eucaristia é o grande sinal do Banquete do Reino que antecipa o Eterno Festim messiânico. Somos felizes, pois somos convidados para as Bodas do Cordeiro (cf Ap 19,9). Agora, pertencemos à Nova Jerusalém, a Jerusalém Celeste.

Lamentavelmente, muitos são os que ainda continuam a recusar tal convite, com as justificativas mais diversas. E, recusar ao convite divino é fechar-se à Graça, é escusar-se de participar do Banquete do amor e da fraternidade. O banquete não é exclusivo, mas é para todos os irmãos e, por isso, é festa.

São João Crisóstomo, na sua Homilia da Noite da Santa Ressurreição, presenteia-nos com uma das mais belas formulações do Convite para o Banquete Celestial:

“Entrai, pois, todos no gozo de nosso Senhor; primeiros e últimos recebei a recompensa; ricos e pobres, alegrai-vos juntos; justos e pecadores, honrai este dia; vós que jejuastes e vós que não jejuastes, regozijai-vos uns com os outros; a mesa é farta, saciai-vos à vontade; o vitelo é gordo, que ninguém se retire com fome; tomai todos parte no banquete da fé; participai todos da abundância da graça; que ninguém se queixe de fome, porque o reino universal foi proclamado; que ninguém chore por causa de seus pecados, porque o perdão jorrou do túmulo; que ninguém tema a morte, porque a morte do Salvador nos libertou a todos.”

Hoje é um dia feliz para nós que escutamos o convite que brota deste Evangelho. Deus nos chama a todos para a festa de seu Reino. Vamos à Igreja com os irmãos celebrar a vitória da Cruz sobre a morte. Acolhamos ao convite do Rei que nos chama a tomar lugar no Banquete de seu Filho. Vinde, exultemos de alegria no Senhor!


BIBLIOGRAFIA:

HAMMANN, A. Os Padres da Igreja, São Paulo: Ed. Paulinas , 1985.
KONINGS, Johanan. Espírito e Mensagem da Liturgia. Petropolis: Ed. Vozes. 
CARVAJAL, Francisco. F. Falar com Deus. São Paulo: Ed. Quadrante.







Vida dos Santos




São Mamas (Mamede),





Data de celebração: 02/09/2018

Tipo de festa: Fixa

Santo (a) do dia: 
São Mamas (Mamede), mártir († c. 275)

Biografia:

Mamas (Mamede) nasceu de pais cristãos no ano 260. Seus pais, Teodoro e Rufina estavam na prisão quando de seu nascimentoonde e morreram em oração quando Mamas era ainda pequeno. O santo, tendo ficado órfão ainda muito cedo, foi adotado por uma mulher cristã de nome Amia que lhe proporcionou uma boa educação e amor maternal. Aos 15 anos, discutindo com idólatras, Mamas declarou publicamanete a sua fé em Cristo sendo, por isso, cruelmente espancado e depois, uma pedra foi atada ao seu pescoço e foi jogado ao mar. Mas, por intervenção divina, Mamas foi salvo. Novamente foi apanhado e jogado ao fogo e depois às feras famintas, e de todas estas torturas foi milagrosamente preservado vivo. São Mamas morreu mais tarde, tendo seu abdômen sido traspassado por um tridente. A vida deste mártir recorda-nos as palavras evangélicas: «Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus» (Mt 18,4).

Trad.: Pe. André

Extraído do site: ecclesia.com.br



Hino do dia




Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Celebrações do dia



1. São Mamas

2. São João Núncio, Patriarca de Constantinopla

3. Agios Diomedes

4. São juliano

5. São Filipe

6. St. Eugthianos

7. São Isaías

8. Agios Leonidis

9. Agios Eftychios

10. São Filadelfo

11. São Melanipe

12. Agia Parasagi

13. Fada Eleazar e Phineas

14. Santos Ayathalas e Amon

15. São Cosme o eremita e confessor

16. São Teodósio, o decano da Lavra das Grutas de Kiev

17. Assembléia dos Santos em Quios

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Leituras do dia



Matinas - Marcos 16: 9-20

Epístola - II Coríntios 1: 21-24, 2: 1-4

Evangelho - Mateus 22: 2-14

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)






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