Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025

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Visita Pastoral de Dom Iosif e Dom Melétios

PROGRAMAÇÃO MENSAL

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J A N E I R O / 2 0 2 6

Domingo, 18 de julho de 2021.








«Domingo dos Santos Padres do 

4º Concílio Ecumênico»



(4º depois de Pentecostes - Modo 3).


No domingo que cai entre 13 e 19 deste mês de Julho, o calendário litúrgico ortodoxo comemora os 630 Padres que se reuniram em Calcedônia, em 451, para condenar Eutyches, que ensinou que em Cristo, depois da Encarnação, havia apenas uma natureza, a divina; e Dióscoro, patriarca de Alexandria, que havia recebido Eutyches de volta à comunhão e deposto São Flaviano, Patriarca de Constantinopla, autor da excomunhão de Eutyches.

Na tradição eslava, neste mesmo domingo, comemora-se os Padres dos primeiros seis Concílios Ecumênicos Sete Concílios Ecumênicos, ou seja: Primeiro: dos 318 Padres que se reuniam em Niceia, em 325, para condenar Ários que negou que o Filho de Deus é consubstancial ao Pai; os Padres deste Concílio também ordenaram que toda a Igreja celebrasse a Páscoa de acordo com o mesmo cálculo/calendário, seguido até os dias atuais pela Igreja Ortodoxa. Segundo: dos 150 Padres que se reuniram em Constantinopla, em 381, para condenar Macedônio, Patriarca de Constantinopla, que negava a divindade do Espírito Santo. Terceiro: dos 200 Padres que se reuniram em Éfeso, em 431, para condenar Nestório, patriarca de Constantinopla, que considerava Jesus Cristo um mero homem e não Deus encarnado. Quarto: (ver acima). Quinto: em 553, dos 165 Padres que se reuniram em Constantinopla pela segunda vez para condenar Orígenes e Teodoro de Mopsuéstia, mestre de Nestório. Sexto: em 680, dos 170 Padres que se reuniramu em Constantinopla, pela terceira vez, para condenar a heresia Monotelita, que ensinou que há em Cristo uma só vontade, a divina. Sétimo: em 787, dos 350 Padres que se reuniram em Nicéia, pela segunda vez, para condenar a iconoclastia.


Neste domingo, a Igreja celebra os Santos 630 Padres que participaram do 4º Concílio Ecumênico que se reuniu em Calcedônia, em 451, para condenar o ensinamento de Eutiques que ensinava haver apenas uma natureza, a divina, em Cristo depois da Encarnação; e Dióscoro, Patriarca de Alexandria, que havia recebido irregularmente Eutiques de volta à comunhão da Igreja, tendo deposto Santo Flaviano, Patriarca de Constantinopla, por ter excomungado Eutiques. 


A Igreja, que vive nos dias atuais enfrentando tantas adversidades, reporta-se constantemente às límpidas fontes das verdades promulgadas nos primeiros concílios, para permanecer fiel ao seu caráter de catolicidade e apostolicidade. Assim, mesmo que não seja compreendida pelo mundo, conservar-se-á pura sem correr riscos de se desviar da reta doutrina. Mesmo que o mundo lhe implore para que ela se adeqüe às exigências da modernidade, a intransigência será sua marca e salvação. A essência da verdade não é objeto de mudanças, pois assim sendo, deixa de ser essência. Logo não existe a verdade. Quando defendemos a verdade, naturalmente, queremos honrar a essência que dela foi gerada. Os Primeiros seis Concílios da Igreja revelaram ao mundo as verdades de nossa fé. Sobre estas verdades foram edificadas doutrinas, dogmas, conceitos, regras, orações, cânticos, Liturgias, Ofícios religiosos, etc. Por isso, a Igreja bebendo das águas puras e refrescantes da fonte de sua tradição continuará incólume , pois ela guarda um grande tesouro, mesmo que em vasos de argila.» (J. Danielou) 


FONTE: 
BENOIT, André. A Atualidade dos Pais da Igreja. Porto Alegre: Ed. Aste, 1966. 


Extraído do site: ecclesia.com.br






Vida dos Santos






São (Abba) Pambo, eremita no Egito (374? 386?)





Data de celebração: 18/07/2021

Tipo de festa: Fixa

Santo (a) do dia: 
São (Abba) Pambo, eremita no Egito (374? 386?)

Biografia:

São Pambo foi um dos fundadores do conjunto de monastérios do deserto de Nitria, no Egito. Em sua juventude, foi discípulo de Santo Antônio, o Grande, companheiro dos grandes padres, Santo Isidoro e os dois Makarios, instrutor de Dióscoro e Anion, Eusébio e Eutímio, os «irmãos altos» que foram perseguidos por apoiarem o origenismo. Quando o perseguidor dos «irmãos altos», Teófilo de Alexandria, reprovou Pambo por ele não ter informado o arcebispo sobre os fatos, respondeu ironicamente: «Se não és capaz de interpretar o meu silêncio, tampouco entenderias o que dissesse com minhas palavras.» Pambo, como os demais monges de Tebaida, dedicava-se a tecer esteiras com folhas de palmeira, praticava prolongados jejuns e outras severas mortificações, consagrando-se exclusivamente à oração durante longos períodos de tempo. Era de aparência tão majestosa que ninguém fixava o olhar nos trapos com os quais se vestia, e que eram recolhidos do que era descartado pelos demais. Destacava-se, particularmente, pelo domínio que tinha da língua e que se manifestava tanto no silêncio como no falar. Como sempre ponderava muito antes de pronunciar qualquer palavra, o que dizia soava às vezes, a quem não o conhecesse, um tanto indelicado.

Tendo seu mestre iniciado sua primeira lição com o Salmo 38, que diz «Velarei sobre os meus atos, para não mais pecar com a língua», disse Pambo a seu mestre: «Isso é o que eu vou começar a fazer a partir de hoje», e se retirou para meditar, passando a se dedicar ao exercício constante do domínio da língua. Tendo meditado sobre todas as conseqüências deste texto, voltou para a segunda lição… seis meses depois! O mundo tende a considerar como sábio os que falam pouco por este simples fato. O silêncio, porém, não pode ter por causa a falta de idéias, mas a abundância delas e a força de vontade. Em qualquer caso, os que o procuravam para com ele se aconselhar, não voltavam decepcionados. De sua boca brotavam sábios conselhos e, alguns de seus «ditos» se tornaram famosos.

No ano 374, Rufino foi visitá-lo; Santa Melânia, a Grande, viúva romana que fundou um monastério em Jerusalém, o visitou também, mais tarde. Em sua primeira visita, Santa Melânia presenteou São Pambo com trezentas libras de prata que o Santo aceitou para doá-las depois aos monastérios carentes, sem pronunciar uma única palavra de agradecimento. Melânia lembrou discretamente: «Não esqueça as trezentas libras». Pambo Replicou: «Aquele para quem deste este presente não necessita que digas o valor de vosso dinheiro»

Numa outra ocasião, como um visitante lhe pedisse para contar um dinheiro que lhe haviam enviado para os pobres, Pambo respondeu: «A Deus não importa ‘quanto’, mas ‘como’». Diferentemente de tantos outros monges e ascetas, São Pambo não tinha uma mentalidade limitada.

Em certa ocasião, Pambo encontro dois monges que discutiam sobre qual de dois homens era o melhor: o que havia gasto sua fortuna para se tornar monge, ou outro que gastou sua fortuna fazendo o bem aos pobres. E Pambo disse: «Diante de Deus, os dois são perfeitos».

Ainda numa outra oportunidade, dois visitantes lhe descreveram com detalhes as austeridades que praticavam e a caridade (esmolas) que haviam feito. Perguntaram a Pambo se com isso salvariam suas almas, e o santo respondeu: «Eu faço o mesmo que vocês e, nem por isso, sou um bom monge. Tratai de não ofender jamais ao vosso próximo, e assim vos salvareis».

A morte surpreendeu São Pambo quando este tecia um cesto para o seu discípulo Paládio. «Desde que cheguei ao deserto, jamais comi nada que não tivesse ganhado com o trabalho de minhas mãos, e não me lembro de ter dito nada tenha me arrependido depois. E, no entanto, tenho a impressão de que Deus me chama para Si quando ainda não comecei a servi-Lo realmente».

Santa Melânia, que esteve presente à sua morte cuidou de seus funerais recolhendo, como uma preciosa relíquia, o cesto que ainda estava por acabar.

Trad.: Pe. André


Extraído do site: ecclesia.com.br



Hino do dia




Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



Celebrações do dia




1. Saint Emilianos

2. São Paulo, São Valentim e Thei

3. São Jacinto de Amastrida

4. Saint Pamvo

5. São Marcos

6. Santos Dassios e Maron

7. Santos Estêvão II de Amaseia Arcebispo de Constantinopla e João Metropolitano de Calcedônia

8. Comemoração da inauguração da Igreja da Virgem em Kallistratos

9. Santo Atanásio, o Senado Romano, o de Klysmati

10. São Barlaão, o falecido perto de Antioquia

11. São João de Polytlas e a caverna fechada em Kiev

12. Santos Onisiforos, Pammegistos, Pamfoditis, Pafnoutios, Pigon, Polemios, Sozomenos, Sotirichos e Fotios

13. São Pamvo, o Anexo

14. São João IX Patriarca de Constantinopla]

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



Leituras do dia




Matinas - Lucas 24, 1-12

Epístola - Tito 3, 8-15

Evangelho - Mateus 5, 14-19

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)




Jejum


Livre

Permitido todos os alimentos.

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



































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