Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025

Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025
Visita Pastoral de Dom Iosif e Dom Melétios

PROGRAMAÇÃO MENSAL

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M A I O / 2 0 2 6

Domingo, 29 de janeiro de 2023.







17º Domingo de Mateus

Domingo da Cananeia 



Arquimandrita Mons. Irineo Tamanini

«Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos!» (MT 15:27)

 

«A fé de uma Cananeia»

 

Mateus e Marcos narram este Evangelho, após o encontro de Jesus, nada agradável, com os Judeus que questionavam o procedimento dos discípulos de não lavarem as mãos antes de comer. Após Jesus ter rompido com a tradição e fazer muitas reservas a respeito de tantos atos que eles insistiam em observar cegamente, o Senhor foi abrigar-se em território pagão, mais precisamente na região de Tiro e de Sidônia. Jesus que estivera na Galileia, no norte de Israel, tendo atuado junto ao Mar de Genesaré, agora seguia em direção ao norte, para a Fenícia, na região de Tiro e Sidom, onde hoje fica o Líbano.

Ao retirar-se para uma área tida como impura, pelos Judeus, o Senhor mostra que Ele é livre e que porta uma mensagem igualmente livre, que Deus não faz distinções e que o dom de Deus está acessível a todos. Para os israelitas, os cananeus eram os piores pagãos, gente muito afastada de Deus. Uma mulher deste povo vai ao encontro de Jesus clamando por socorro por causa de sua filha. Ela, a mulher, não se dirige a Jesus como a um estranho. Chama-o de “Senhor, Filho de Davi”. “Filho de Davi” era um título atribuído ao Salvador esperado pelo povo de Israel.

Mais uma vez Jesus quebra as regras estabelecidas pelas tradições e vai conversar com uma mulher, com o agravante de ela ser cananeia.

Esta mulher pertencente a um povo do qual se dizia nada querer saber de Deus, pede ajuda a Jesus. Espera não estar excluída do Reino de Deus que se torna realidade em Jesus. Ela clama na esperança de ser atendida. Em seu clamor ela coloca toda a sua importância, incapacidade e desespero diante do mal que aflige a filha. Ele fica calado. Comporta-se como se nada tivesse escutado. Ele ouve, mas não responde. Sabe do sofrimento, mas não age. O silêncio de Jesus põe à prova e depura a fé da mulher. Os discípulos não suportam o silêncio de Jesus. Pedem que ele faça alguma coisa. Então ele responde: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”.

A mulher pagã foi persistente no seu objetivo: a cura da filha atormentada por um demônio. A mulher não desiste. Ela se aproxima de Jesus e o adora. Continua clamando: “Senhor, socorre-me”. Ela não desanima; é persistente. Agora Jesus se dirige diretamente à mulher, falando com ela, usando um termo conotativo corriqueiro para se referir aos pagãos: “cães”. Nem por isso, se intimidou diante dos discípulos, nem de Jesus, até ver realizado o seu desejo. Nem a má vontade daqueles, nem a dureza das palavras do Mestre foram suficientemente fortes para fazê-la esmorecer. Ela, no entanto, ainda não desiste. Mas se vale do mesmo exemplo de Jesus para mostrar que apesar de ser indigna, espera ajuda. Ela quer ao menos uma migalha daquilo que os filhos recebem tão abundantemente. Essas migalhas valeriam para ela o pão todo.

A mulher cananeia reconhece que não é digna de ser socorrida. Sabe que não possui o direito de exigir, sabe que nada merece. Diferente dos antigos e atuais “fariseus”. Consideramo-nos merecedores de todo o bem, reclamamos e resmungamos quando algo não acontece como esperamos.

— Ela era uma mulher cananeia, uma mãe que suportava tudo, mas não suportava ver o sofrimento de sua filha.— Ela era uma mulher cananeia que viu a solução para o seu problema!

— Ela viu Jesus.

— Ela viu o Filho de Davi, o Messias.

— Ela O viu, foi até Ele e O adorou.

— Ela viu o Poder de Jesus e não os seus impedimentos.

 — Ela viu que não precisava de muito, apenas umas migalhas do amor de Jesus e o impossível seria realizado.

— Finalmente Jesus se deixa vencer. Só lhe resta a admiração: “Ó mulher, grande é a tua fé”. Em seguida a cura se concretiza. — Ela viu então a sua filha curada.

Que o Senhor aumente em nós a fé e a humildade. Amém.

 

Referências Bibliográficas: BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém (Nona Edição Revista e Ampliada). São Paulo: Paulus, 2013.


Extraído do site: ecclesia.com.br





Remoção das relíquias de Inácio, o portador de Deus 






Vida dos Santos








Data de celebração: 29/01/2023

Tipo de festa: Fixa

Santo (a) do dia: 
S. Inácio de Antioquia – trasladação das relíquias (c.440)

Biografia:

No dia 20 de dezembro, comemora-se a memória de Santo Inácio de Antioquia, porém, no dia de hoje, lembramos a trasladação de suas relíquias, de Roma para Antioquia. São João Crisóstomo, referindo-se ao traslado, escreveu que, se em Roma Santo Inácio derramou seu sangue pelo martírio, a cidade de Antioquia guarda as suas relíquias: «Vós o guardastes por um tempo; o recebestes como Bispo e devolveis como mártir. Dele vos despedistes com orações, e o trouxestes de volta para a sua terra com a coroa da vitória».

Santo Inácio de Antioquia, bispo, mártir, séc. II


Santo Inácio de Antioquia, conforme historiadores, viveu por volta do segundo século. Coração ardente (o nome Inácio deriva de ignis = fogo ), ele é lembrado sobretudo pelas expressões de intenso amor a Cristo. A cidade da Síria, Antioquia, terceira em ordem de grandeza do vasto império romano, teve como primeiro bispo o apóstolo Pedro, ao qual sucederam Evódio e em seguida Inácio, o Teófolo, o que traz Deus, como ele mesmo gostava de ser chamado. Pesquisadores indicam que Inácio de Antioquia conheceu pessoalmente os apóstolos Pedro e Paulo.

Por volta do ano 110, foi preso vítima da perseguição de Trajano. Nessa viagem de Antioquia a Roma para onde ia como prisioneiro, o santo bispo escreveu sete cartas, dirigidas a várias Igrejas e a São Policarpo. Tais cartas constituem preciosos documentos sobre a Igreja primitiva, seus fundamentos teológicos, sua constituição hierárquica… Trazido acorrentado para Roma, onde terminou os seus dias na arena, devorado pelas feras selvagens, tornou-se objeto de afetuosas atenções da parte das várias comunidades cristãs nas cidades por onde passou. A ânsia de alcançar Deus, de encontrar Cristo, expressa com intensidade que faz lembrar São Paulo.

As suas palavras inflamadas de amor a Cristo e à Igreja ficaram na lembrança de todas as gerações futuras. «Deixem-me ser a comida das feras, pelas quais me será dado saborear Deus. Eu sou o trigo de Deus. Tenho de ser triturado pelos dentes das feras, para tornar-me pão puro de Cristo».

«Onde está o Bispo, aí está a comunidade, assim como onde está Cristo Jesus aí está a Igreja», foi escrito na carta endereçada ao então jovem bispo de Esmirna, São Policarpo. Os cristãos de Antioquia veneravam, desde a antiguidade, o seu sepulcro nas portas da cidade.

Extraído do site: ecclesia.com.br



Hino do dia




Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Celebrações do dia



1. Domingo da Cananeia

2. Recuperação de Sagradas Relíquias de São Hieromártir Inácio de Teóforo

3. Santo Inácio o Sinaítico de Rethymno

4. São Demétrio, o Chiopolita

5. Santos Sete Mártires que terminaram em Samosatoi

6. Santos Siluanos o Bispo, Lucas o Diácono e Mokios o Leitor

7. Santos Sarvilos e, claro, os Mártires de Edessa

8. São Varsimaios Bispo de Edessa, a Confessora

9. São Afraatis

10. Santo Akepsimas

11. São Gildas, o Sábio

12. São Laurentius de Kiev

13. Santos Gerasimos, Jonas e Pitirim da Rússia

14. Santo Andreas Rublyov, o Ilustrador

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Leituras do dia



Matinas - João 21, 14-25

Epístola - II Corintios 6, 16-18;  7, 1

Evangelho - Mateus 15: 21-28

Obs.: O «Evangelho da Cananéia», que é o «17° Domingo de Mateus», não é lido no seu devido local, a não ser que a Páscoa do ano precedente caia em 22 de março. Se a Páscoa do ano em curso cai entre 15 e 25 de abril lê-se no domingo que precede o «Domingo do Fariseu e Publicano». Em outras incidências, ele é omitido.

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



Jejum


Livre

Permitido todos os alimentos

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)






















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