11º Domingo de Mateus
«Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores»
A atitude daquele que obteve misericórdia de Deus por causa das grandes dívidas, mas que não soube retribuí-la àquele que lhe devia pouco, a princípio, pode causar em nosso interior indignação e tristeza ante tamanha injustiça ou incoerência. No entanto, não estamos tão imunes ou tão distantes de repetirmos semelhantes disparates. De fato, o primeiro sentimento nosso é o de estranheza. Mas, tal estranheza vai dando lugar à semelhança e, não poucas vezes, à identificação . Não somos tão coerentes assim, não somos tão cristãos assim, como as vezes pensamos ser. E, é nestes momentos de identificação, que precisamos nos soerguer e caminhar.
O Evangelho narrado por Mateus, no capitulo 18, nos traz a tão conhecida pergunta feita a Jesus por Pedro: “Senhor, quantas vezes devemos perdoar?”. A resposta que Jesus lhe dá, da mesma forma, nos é familiar, pois repetidas vezes, ouvimo-la. A resposta de Jesus, é, então acompanhada pela narrativa que é conteúdo e objeto de reflexão deste XI Domingo de Mateus.
Jesus, como pedagogo e Mestre, responde a Pedro que devemos perdoar não somente sete vezes, mas setenta vezes sete. Ele complementa e elucida a resposta com esta parábola, inteligentemente construída do ponto de vista ilustrativo, densamente catequético, do ponto de vista da coerência humana e profundamente teológico, pois ensina que os seguidores de Cristo devem imitá-lo, exercitando o perdão e a misericórdia.
A coerência exige coesão entre o falar e o fazer; exige lógica entre o agir e a fé que dizemos abraçar e professar. E, nem sempre a observamos: todas as vezes que rezamos a Oração do Pai-nosso, pedimos para que Deus perdoe nossos erros, na mesma medida que perdoamos aqueles que nos ofendem com suas fraquezas, insultos, mentiras, injustiças etc. Nossa sorte reside no fato de Deus, ao escutar nossa oração, ser movido mais pela misericórdia do que pelo rigor em cumprir aquilo que ouve de nossa boca.
Nesta parábola, identificamos dois sujeitos distintos: aquele que perdoa e o que é perdoado. Facilmente ligamos a pessoa do “rei” que perdoa a Deus e a pessoa do servo que é perdoado, a todos nós. Conceder o perdão é um ato e um atributo divino. Ser perdoado é uma realidade inerente à natureza humana. Quem perdoa se mostra semelhante e se identifica com Deus.
"Não podemos conhecer a Deus segundo sua grandeza, mas podemos conhecê-Lo segundo seu amor e sua misericórdia. O amor é identificado pela gratuita filiação e a misericórdia revela-se pelo ininterrupto perdão que nos é oferecido a cada queda".
Santo Ireneu.
Quem é perdoado resgata a pureza e a essência de criatura que é. Aquele que primeiramente foi perdoado, não soube dar o perdão ao outro que também necessitava. Ele soube ser totalmente humano ao reivindicar o perdão de suas dívidas, mas não soube ser nada divino ao negar o mesmo perdão que lhe foi pedido por seu semelhante.
"Os homens exercem a misericórdia na medida que podem. Em troca recebem-na de Deus de maneira copiosa. Pois não há comparação entre a misericórdia humana e divina. Entre elas há uma grande distância".
São João Crisóstomo.
São Mateus usa esta analogia para nos ensinar que Deus sempre está pronto a nos conceder o perdão. Enfatiza, por outro lado, que o que é perdoado deve também estender o perdão ao irmão ofensor, pois o impiedoso será julgado com a mesma severidade. É necessário que o coração do homem se encha de generosidade e misericórdia ante o irmão que erra, se quer que Deus assim proceda quando estiver diante do justo Juiz.
“É desta forma que eu quero ver se amas o Senhor e a mim, seu servo e teu, se procederes assim: Que não haja no mundo nenhum irmão que, por muito que tenha pecado e venha ao encontro do teu olhar a pedir misericórdia, se vá de ti sem o teu perdão. E se não vier pedir misericórdia, pergunta-lhe tu se a quer. E se, depois, mil outras vezes vier ainda à tua presença para o mesmo, ama-o mais que a mim, a fim de o trazeres ao Senhor. E que sempre te enchas de compaixão por esses desgraçados. E quando puderes, informa os guardiões que estás decidido a proceder deste modo”.
(São Francisco de Assis).
O perdão parte sempre de Deus e é distribuído aos homens. Estes, por sua vez, o redistribuem, formando a corrente da misericórdia e do amor. Se um elo desta corrente se quebra, rompe-se a possibilidade de todos experimentarem o que Deus nos oferece e o que os irmãos deveriam repassar. A troca do perdão e da misericórdia em uma comunidade cristã entre seus membros é o fiel da balança que nos mostra o quanto esta mesma comunidade de fato vive o que Jesus ensinou. A Igreja, que é comunidade de irmãos que se amam e se perdoam, experimenta a misericórdia do Pai na fonte, e deve repartir tal graça a seus membros. A mútua troca de perdão e de amor faz mais unida a comunidade cristã e a faz digna da expressão: “Vede como eles se amam”.
“Não é possível manter a unidade nem a paz, se os irmãos não se aplicam a guardar a tolerância mútua e o elo da concórdia graças à paciência. Que dizer ainda, a não ser que não juremos, nem maldigamos, nem reclamemos o que nos tiraram, que apresentemos a outra face a quem nos bate, que perdoemos ao irmão que pecou contra nós, e não só setenta e sete vezes, que desculpemos as suas faltas, que amemos os nossos inimigos, que oremos pelos nossos adversários e por aqueles que nos perseguem?".
(São Cipriano, bispo de Cartago e mártir da Igreja).
Muitos podem não perdoar, mas o cristão que quer viver sua fé de maneira autêntica, seguindo os passos e os ensinamentos do Senhor deve, não só fazê-lo, como incentivar a que ele seja praticado sempre, pois faz parte da essência do cristianismo condenar o erro mas amar o pecador.
Atualmente parece que o mundo se identifica mais com o gesto incoerente do servo impiedoso do que com o gesto do rei misericordioso. A linguagem do perdão não é facilmente decifrada pelo mundo; a linguagem da misericórdia é abafada pelos apelos da vingança e da intolerância; a linguagem do amor se faz muda e surda aos que têm um coração incapaz de compreender gestos altruístas.
É fundamental lembrar que estamos no mundo e não podemos nos deixar contaminar por ele, pois não somos do mundo, como disse o próprio Jesus. Mesmo que estejamos nadando contra a corrente dos ensinamentos do mundo, sabemos que temos um porto seguro, um caminho a ser seguido, uma meta a ser alcançada. A santidade é o que buscamos.
A atitude daquele que obteve misericórdia de Deus por causa das grandes dívidas, mas que não soube retribuí-la àquele que lhe devia pouco, a princípio, pode causar em nosso interior indignação e tristeza ante tamanha injustiça ou incoerência. No entanto, não estamos tão imunes ou tão distantes de repetirmos semelhantes disparates. De fato, o primeiro sentimento nosso é o de estranheza. Mas, tal estranheza vai dando lugar à semelhança e, não poucas vezes, à identificação . Não somos tão coerentes assim, não somos tão cristãos assim, como as vezes pensamos ser. E, é nestes momentos de identificação, que precisamos nos soerguer e caminhar.
O Evangelho narrado por Mateus, no capitulo 18, nos traz a tão conhecida pergunta feita a Jesus por Pedro: “Senhor, quantas vezes devemos perdoar?”. A resposta que Jesus lhe dá, da mesma forma, nos é familiar, pois repetidas vezes, ouvimo-la. A resposta de Jesus, é, então acompanhada pela narrativa que é conteúdo e objeto de reflexão deste XI Domingo de Mateus.
Jesus, como pedagogo e Mestre, responde a Pedro que devemos perdoar não somente sete vezes, mas setenta vezes sete. Ele complementa e elucida a resposta com esta parábola, inteligentemente construída do ponto de vista ilustrativo, densamente catequético, do ponto de vista da coerência humana e profundamente teológico, pois ensina que os seguidores de Cristo devem imitá-lo, exercitando o perdão e a misericórdia.
A coerência exige coesão entre o falar e o fazer; exige lógica entre o agir e a fé que dizemos abraçar e professar. E, nem sempre a observamos: todas as vezes que rezamos a Oração do Pai-nosso, pedimos para que Deus perdoe nossos erros, na mesma medida que perdoamos aqueles que nos ofendem com suas fraquezas, insultos, mentiras, injustiças etc. Nossa sorte reside no fato de Deus, ao escutar nossa oração, ser movido mais pela misericórdia do que pelo rigor em cumprir aquilo que ouve de nossa boca.
Nesta parábola, identificamos dois sujeitos distintos: aquele que perdoa e o que é perdoado. Facilmente ligamos a pessoa do “rei” que perdoa a Deus e a pessoa do servo que é perdoado, a todos nós. Conceder o perdão é um ato e um atributo divino. Ser perdoado é uma realidade inerente à natureza humana. Quem perdoa se mostra semelhante e se identifica com Deus.
"Não podemos conhecer a Deus segundo sua grandeza, mas podemos conhecê-Lo segundo seu amor e sua misericórdia. O amor é identificado pela gratuita filiação e a misericórdia revela-se pelo ininterrupto perdão que nos é oferecido a cada queda".
Santo Ireneu.
Quem é perdoado resgata a pureza e a essência de criatura que é. Aquele que primeiramente foi perdoado, não soube dar o perdão ao outro que também necessitava. Ele soube ser totalmente humano ao reivindicar o perdão de suas dívidas, mas não soube ser nada divino ao negar o mesmo perdão que lhe foi pedido por seu semelhante.
"Os homens exercem a misericórdia na medida que podem. Em troca recebem-na de Deus de maneira copiosa. Pois não há comparação entre a misericórdia humana e divina. Entre elas há uma grande distância".
São João Crisóstomo.
São Mateus usa esta analogia para nos ensinar que Deus sempre está pronto a nos conceder o perdão. Enfatiza, por outro lado, que o que é perdoado deve também estender o perdão ao irmão ofensor, pois o impiedoso será julgado com a mesma severidade. É necessário que o coração do homem se encha de generosidade e misericórdia ante o irmão que erra, se quer que Deus assim proceda quando estiver diante do justo Juiz.
“É desta forma que eu quero ver se amas o Senhor e a mim, seu servo e teu, se procederes assim: Que não haja no mundo nenhum irmão que, por muito que tenha pecado e venha ao encontro do teu olhar a pedir misericórdia, se vá de ti sem o teu perdão. E se não vier pedir misericórdia, pergunta-lhe tu se a quer. E se, depois, mil outras vezes vier ainda à tua presença para o mesmo, ama-o mais que a mim, a fim de o trazeres ao Senhor. E que sempre te enchas de compaixão por esses desgraçados. E quando puderes, informa os guardiões que estás decidido a proceder deste modo”.
(São Francisco de Assis).
O perdão parte sempre de Deus e é distribuído aos homens. Estes, por sua vez, o redistribuem, formando a corrente da misericórdia e do amor. Se um elo desta corrente se quebra, rompe-se a possibilidade de todos experimentarem o que Deus nos oferece e o que os irmãos deveriam repassar. A troca do perdão e da misericórdia em uma comunidade cristã entre seus membros é o fiel da balança que nos mostra o quanto esta mesma comunidade de fato vive o que Jesus ensinou. A Igreja, que é comunidade de irmãos que se amam e se perdoam, experimenta a misericórdia do Pai na fonte, e deve repartir tal graça a seus membros. A mútua troca de perdão e de amor faz mais unida a comunidade cristã e a faz digna da expressão: “Vede como eles se amam”.
“Não é possível manter a unidade nem a paz, se os irmãos não se aplicam a guardar a tolerância mútua e o elo da concórdia graças à paciência. Que dizer ainda, a não ser que não juremos, nem maldigamos, nem reclamemos o que nos tiraram, que apresentemos a outra face a quem nos bate, que perdoemos ao irmão que pecou contra nós, e não só setenta e sete vezes, que desculpemos as suas faltas, que amemos os nossos inimigos, que oremos pelos nossos adversários e por aqueles que nos perseguem?".
(São Cipriano, bispo de Cartago e mártir da Igreja).
Muitos podem não perdoar, mas o cristão que quer viver sua fé de maneira autêntica, seguindo os passos e os ensinamentos do Senhor deve, não só fazê-lo, como incentivar a que ele seja praticado sempre, pois faz parte da essência do cristianismo condenar o erro mas amar o pecador.
Atualmente parece que o mundo se identifica mais com o gesto incoerente do servo impiedoso do que com o gesto do rei misericordioso. A linguagem do perdão não é facilmente decifrada pelo mundo; a linguagem da misericórdia é abafada pelos apelos da vingança e da intolerância; a linguagem do amor se faz muda e surda aos que têm um coração incapaz de compreender gestos altruístas.
É fundamental lembrar que estamos no mundo e não podemos nos deixar contaminar por ele, pois não somos do mundo, como disse o próprio Jesus. Mesmo que estejamos nadando contra a corrente dos ensinamentos do mundo, sabemos que temos um porto seguro, um caminho a ser seguido, uma meta a ser alcançada. A santidade é o que buscamos.
«Não devias também tu ter piedade do teu companheiro, tal como eu tive piedade de ti?»
A compaixão, por um lado, e o juízo de simples equidade, por outro, se coexistem na mesma alma, são como um homem que adora Deus e os ídolos na mesma casa. A compaixão é o contrário do julgamento por simples justiça. O julgamento estritamente eqüitativo implica a igual repartição por todos de uma medida semelhante. Dá a cada um o que ele merece, não mais; não se inclina nem para um lado nem para o outro, não discerne na retribuição. Mas a compaixão é suscitada pela graça, inclina-se sobre todos com a mesma afeição, evita a simples retribuição àqueles que são dignos de castigo e cumula para lá de qualquer medida os que são dignos do bem.
A compaixão está assim do lada da justiça, o julgamento apenas eqüitativo está do lado do mal… Tal como um grão de areia não pesa tanto como muito ouro, a justiça eqüitativa de Deus não pesa tanto como a sua compaixão. Assim como um punhado de areia caindo no grande oceano, assim são as faltas de todas as criaturas em comparação com a providência e a piedade de Deus. Tal como uma nascente que corre com abundância não poderia ser bloqueada por um punhado de pó, também a compaixão do Criador não poderia ser vencida pela malícia das criaturas. Aquele que guarda ressentimento quando reza é como um homem que semeia no mar e espera ceifar.
Santo Isaac o Sírio (séc. VII)
Discursos espirituais
A compaixão, por um lado, e o juízo de simples equidade, por outro, se coexistem na mesma alma, são como um homem que adora Deus e os ídolos na mesma casa. A compaixão é o contrário do julgamento por simples justiça. O julgamento estritamente eqüitativo implica a igual repartição por todos de uma medida semelhante. Dá a cada um o que ele merece, não mais; não se inclina nem para um lado nem para o outro, não discerne na retribuição. Mas a compaixão é suscitada pela graça, inclina-se sobre todos com a mesma afeição, evita a simples retribuição àqueles que são dignos de castigo e cumula para lá de qualquer medida os que são dignos do bem.
A compaixão está assim do lada da justiça, o julgamento apenas eqüitativo está do lado do mal… Tal como um grão de areia não pesa tanto como muito ouro, a justiça eqüitativa de Deus não pesa tanto como a sua compaixão. Assim como um punhado de areia caindo no grande oceano, assim são as faltas de todas as criaturas em comparação com a providência e a piedade de Deus. Tal como uma nascente que corre com abundância não poderia ser bloqueada por um punhado de pó, também a compaixão do Criador não poderia ser vencida pela malícia das criaturas. Aquele que guarda ressentimento quando reza é como um homem que semeia no mar e espera ceifar.
Santo Isaac o Sírio (séc. VII)
Discursos espirituais
Vida dos Santos
Santo Profeta Samuel (c. 1010 a.C.)
Data de celebração: 20/08/2023
Tipo de festa: Fixa
Santo (a) do dia: Santo Profeta Samuel (c. 1010 a.C.)
Biografia:
Samuel nasceu na Palestina , época em que o sumo sacerdote era Eli, muitos séculos antes de Jesus Cristo. Ainda pequenino, foi por seus pais apresentado ao Sumo Sacerdote Elí para que o consagrasse a Deus e ao seu serviço, no Tabernáculo, onde estava a Arca da Aliança. Samuel, à medida que ia crescendo nos anos, crescia também na bondade e na obediência, estando sempre pronto a servir. Vivia com Eli e dormia junto ao Tabernáculo, e em tudo era diligente e a todos servia de exemplo. Certa noite, durante o sono, ouviu uma voz que por três vezes, espaçadamente, o chamava: «Samuel! Samuel!» Obediente como sempre, por três se levantou e foi falar com o Sumo Sacerdote Elí dizendo-lhe. «Eis-me aqui, estou às tuas ordens!» Eli, reconhecendo que era o Senhor que o chamava, disse-lhe: «Se novamente escutares o chamado, responda assim: ‘Fala ó Senhor, que teu servo escuta!’» De fato, pouco mais tarde fez-se ouvir novamente o mesmo chamado de antes. Desta vez Samuel respondeu prontamente: «Fala ó Senhor, que teu servo escuta!» E, de fato, o Senhor lhe falou revelando segredos de grande importância sobre o sumo sacerdote e sua família. Na manhã seguinte, questionado por Eli sobre o que havia acontecido, falou-lhe sobre o que o Senhor lhe tinha revelado, o que se verificou pouco tempo depois.
Tendo morrido Eli, o povo elegeu Samuel para sucedê-lo no cargo sacerdotal, embora não descendesse da linha genealógica de Arão, tornando-se, assim, Sacerdote, Profeta e Juiz Supremo de Israel. Obediente ao chamado divino foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas, um homem de profunda piedade e discernimento espiritual que se dedicava totalmente à realização dos propósitos de Deus para o bem de Israel. Sob o seu comando, o povo hebreu recuperou a arca e algumas cidades perdidas, vivendo um longo período de paz e tranqüilidade.
Ao que parece, foi o primeiro a estabelecer uma instituição para o preparo dos jovens que desejavam abraçar a vocação profética. Viu-se na contingência de guiar a Israel em algumas das mais profundas crises de sua história; no desempenho de suas funções quase alcança a estatura de Moisés. Deus nunca pretendeu que Israel tivesse outro rei além d’Ele, mas o povo observar outros povos e a desejarem um rei. Podemos afirmar que a vida do povo de Deus pode ser resultado de sua vontade diretiva ou permissiva, isso vai depender da escolha; ele foi comissionado para ungir a Saul, o primeiro rei, e a Davi, o maior dos reis de Israel.
Samuel significa literalmente: «Seu nome é Deus», ou, «Nome de Deus». Seu significado contextual significa: «Pedido de Deus» ou «do Senhor o pedi».
Trad.: Pe. André
Hino do dia
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Celebrações do dia
1. Santo Andreas, o Stratilatis e os dois mil quinhentos e noventa e três mártires, que testemunharam com ele
2. São Teófanes, o jovem milagreiro
3. Santos Timóteo, Ágapios e Thekla
4. Santos Eftychianos o soldado e Stratigios
5. São Genádios de Kostroma
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Leituras do dia
Matinas - João 21, 14-25
Epístola - I Corintios 9, 2-12
Evangelho - Mateus 18, 23-35
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Jejum
Livre
Permitido todos os alimentos.
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Permitido todos os alimentos.
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


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