«Meu Senhor
e meu Deus!»
Χριστὸς Ἀνέστη!
Christos Anestis
«Domingo de Tomé» ou «Domingo Novo»
(O Segundo do Domingo da Páscoa)
Ainda
é o Domingo da Nova Páscoa. Os discípulos estão reunidos no Cenáculo e Jesus
entra «estando às portas fechadas», trazendo-lhes a Paz [Jo 20,19]. As portas
trancadas do Cenáculo ainda são sinais da ausência do Mestre e do medo que
todos sentiam.
Os
discípulos estão reunidos na sala, onde cearam com o Senhor, na ocasião em que
ele ensinou o Mandamento Novo e lavou os seus pés. O ambiente no qual aconteceu
a manifestação de humildade de Jesus, ao lavar os pés dos seus apóstolos, o
lugar onde foi o palco do ensinamento mais profundo sobre o amor, torna-se
também o recinto do encontro entre o Ressuscitado e seus seguidores mais
próximos. Parece ser o espaço cedido às grandes manifestações do divino, aonde
concretizou toda a missão do Filho do Homem de maneira sucinta. O cenáculo é o
lugar da Oração, o lugar da Catequese por excelência; o Cenáculo é o ambiente
do esvaziamento e da humildade, é o espaço da Celebração da Eucaristia, onde
Ele se oferece e é oferecido.
Mais
do que isso, o Cenáculo tornou-se ambiente sagrado, pois Jesus apareceu
Ressuscitado, enquanto os apóstolos rezavam.
Hoje,
o novo Cenáculo é a Igreja, aonde o Senhor se dá na forma de pão e vinho, Corpo
e Sangue d’Ele oferecidos, no Altar, isto é, na Pedra removida da Ressurreição.
Outrora os seus seguidores se reuniam no Cenáculo por medo, agora se reúnem
para manifestar a grande alegria da Nova Páscoa.
São
Cipriano nos ensina que a Igreja é o ambiente sagrado onde a Celebração
Eucarística revive a Ressurreição de Cristo no sacrifício incruento oferecido
pelo sacerdote:
«O
sacrifício do sacerdote é a repetição do sacrifício de Cristo na Ceia e ambos
são representação do sacrifício único da Cruz».
Jesus
«entra», atravessando as barreiras externas (as portas) e internas (a dúvida)
daquele ambiente. A razão e a fé têm provas daquilo que Maria de Magdala
anunciava tão efusivamente: «Jesus Ressuscitou!» Jesus se apresenta com os
sinais da Paixão; as marcas das perfurações em seu corpo, ainda são nítidas,
talvez para sacar qualquer duvida sobre sua identidade: aquele que
crucificaram, estava ali. Jesus transmite os dons pascais resumidos na paz, na
reconciliação e na fé, aos que estavam reunidos em seu Nome. Jesus, ao
transmitir seus dons aos homens, transforma estes homens em «homens novos», em
«homens pascais»; é uma nova identidade, uma maneira peculiar de ser e de agir,
movidos pelo espírito da Ressurreição. Mostra-lhes as mãos e o lado com os
sinais da Paixão e diz: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio” (Jo 20,
21). Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo: “Recebei o Espírito
Santo. A quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; a quem não os
perdoardes, serão retidos” (Jo 20, 22-23). Jesus lhes dá o dom de perdoar os
pecados, um dom que brota das chagas de suas mãos e de seus pés e, sobretudo,
de seu lado perfurado, donde jorram os sacramentos da Igreja.
«A
paz seja convosco!» Mais do que um cumprimento, esta saudação sintetiza a
própria obra redentora do Ressuscitado. Por meio da Cruz, Ele anulou a
inimizade e anunciou a paz aos que estavam longe e aos que estavam perto.
Os
cristãos reunidos, no «Novo Cenáculo», a Igreja, no mesmo dia da Ressurreição
de Cristo, isto é, no Domingo, celebram juntos os Mistérios da Morte e
Ressurreição do Filho de Deus para, ante o Mistério da Ressurreição,
transformarem-se em novas criaturas, em novo homem. A Igreja Bizantina celebra
a Ressurreição do Senhor, única e exclusivamente aos Domingos pela manhã,
exceto nas grandes Festas, para testemunhar a seus fiéis que Jesus Ressuscitado
é o «Kyrios» (Senhor), o «Dominus» (Domingo). Assim nos diz Eusébio de
Cesaréia:
«Nós,
os filhos da Nova Aliança, celebramos a cada Domingo a nossa Páscoa e somos
saciados, em todo o tempo, com o Corpo Ressuscitado do Salvador e participamos,
em todo o tempo, de seu Sangue. Cada Domingo somos vivificados pelo corpo
santificado do mesmo Cordeiro Pascal, que é a nossa Salvação e nossa alma é
selada pelo seu precioso sangue».
Esta
celebração se faz com a Comunidade de fiéis que, juntos confirmam sua fé em
Deus e buscam n’Ele, através da Eucaristia, a vida Nova, força para vencer o
pecado, símbolo da morte. Quando não conseguimos contemplar o Ressuscitado,
fatalmente haverá a dúvida, a incerteza, os questionamentos oriundos de um
coração alicerçado ainda nas raízes da “velha criação”.
Foi
o que aconteceu no Cenáculo, com aquele que era conhecido como o «Dídimo». Tomé
estando ausente não testemunhou a Nova Páscoa …
A
Igreja reunida viu o Senhor Ressuscitado no Cenáculo e comunicou a Tomé a
grande notícia, mas não foi o suficiente para que ele acreditasse na voz da
Igreja (Os apóstolos). Era necessário que seus olhos vissem e seus dedos
tocassem as chagas.
Ainda
hoje, como Tomé, muitos são os que ainda exigem as mesmas condições para crer e
viver as verdades proclamadas pela Igreja. Nem mesmo o fundamental (a
Ressurreição) está isento de dúvidas. Prefere-se mesclar esta verdade de fé com
outras doutrinas e crenças que lhes parecem mais aceitáveis pela «razão», mais
agradáveis aos sentidos. É uma necessidade infantil e ingênua acalentar uma
esperança de se ter nova chance, uma nova oportunidade para se viver. Tais
pensamentos geram confusão e aumenta a incredulidade. É preciso purificar o
conteúdo de nossa fé cristã.
Novamente
o Ressuscitado aparece, desta vez com Tomé presente, para que ele não tenha
dúvidas que são de fato aquelas mãos que acolhia os pecadores e protegia as
crianças, que abençoava os alimentos e retirava os espíritos impuros; são de
fato os pés do Messias itinerante, do Ungido sem endereço fixo, do Missionário
andarilho.
Carne
e ossos de uma humanidade aceita por amor, mas que estavam ali ressuscitados,
elevando a dignidade humana aos patamares cobiçados até mesmo pelos anjos. O
Senhor se apresenta no meio de todos, não dedicando a Tomé uma aparição
exclusiva, ensinando-nos que, para aqueles de «pouca fé», a ajuda da comunidade
reunida é essencial. A dúvida, a insegurança, a incerteza e o medo nascem dos
momentos onde a presença de Deus é encoberta. Basta descobri-la para nos
tornarmos corajosos, desbravadores, seguros e convictos cristãos, como São
Tomé, depois da aparição do Ressuscitado.
Todos
nós que cremos e vivemos sob a ótica da Ressurreição de Cristo, recebemos uma
nova criação, pois ela transforma nosso interior e nos faz pessoas diferentes.
Assim aconteceu com Pedro, Madalena e Tomé. Antes da Ressurreição, Pedro negou
Jesus por três vezes; depois, ele afirma que ama o Senhor e sofre as
conseqüências deste amor: de temeroso homem, torna-se o «apascentador das
ovelhas de Cristo», missionário, evangelizador e mártir.
Madalena,
anteriormente, amedrontada chorava a perda de seu Mestre; agora ela torna-se a
Evangelizadora por excelência, a propagadora pioneira da Boa Nova. Tomé, da
boca que proferia palavras de descrença e dúvidas, verbaliza a mais bela
exclamação de reconhecimento perante o Jesus Ressuscitado: «meu Senhor e meu
Deus».
Ainda
é o Domingo da Nova Páscoa. Os discípulos estão reunidos no Cenáculo e Jesus
entra «estando às portas fechadas», trazendo-lhes a Paz [Jo 20,19]. As portas
trancadas do Cenáculo ainda são sinais da ausência do Mestre e do medo que
todos sentiam.
Os
discípulos estão reunidos na sala, onde cearam com o Senhor, na ocasião em que
ele ensinou o Mandamento Novo e lavou os seus pés. O ambiente no qual aconteceu
a manifestação de humildade de Jesus, ao lavar os pés dos seus apóstolos, o
lugar onde foi o palco do ensinamento mais profundo sobre o amor, torna-se
também o recinto do encontro entre o Ressuscitado e seus seguidores mais
próximos. Parece ser o espaço cedido às grandes manifestações do divino, aonde
concretizou toda a missão do Filho do Homem de maneira sucinta. O cenáculo é o
lugar da Oração, o lugar da Catequese por excelência; o Cenáculo é o ambiente
do esvaziamento e da humildade, é o espaço da Celebração da Eucaristia, onde
Ele se oferece e é oferecido.
Mais
do que isso, o Cenáculo tornou-se ambiente sagrado, pois Jesus apareceu
Ressuscitado, enquanto os apóstolos rezavam.
Hoje,
o novo Cenáculo é a Igreja, aonde o Senhor se dá na forma de pão e vinho, Corpo
e Sangue d’Ele oferecidos, no Altar, isto é, na Pedra removida da Ressurreição.
Outrora os seus seguidores se reuniam no Cenáculo por medo, agora se reúnem
para manifestar a grande alegria da Nova Páscoa.
São
Cipriano nos ensina que a Igreja é o ambiente sagrado onde a Celebração
Eucarística revive a Ressurreição de Cristo no sacrifício incruento oferecido
pelo sacerdote:
«O
sacrifício do sacerdote é a repetição do sacrifício de Cristo na Ceia e ambos
são representação do sacrifício único da Cruz».
Jesus
«entra», atravessando as barreiras externas (as portas) e internas (a dúvida)
daquele ambiente. A razão e a fé têm provas daquilo que Maria de Magdala
anunciava tão efusivamente: «Jesus Ressuscitou!» Jesus se apresenta com os
sinais da Paixão; as marcas das perfurações em seu corpo, ainda são nítidas,
talvez para sacar qualquer duvida sobre sua identidade: aquele que
crucificaram, estava ali. Jesus transmite os dons pascais resumidos na paz, na
reconciliação e na fé, aos que estavam reunidos em seu Nome. Jesus, ao
transmitir seus dons aos homens, transforma estes homens em «homens novos», em
«homens pascais»; é uma nova identidade, uma maneira peculiar de ser e de agir,
movidos pelo espírito da Ressurreição. Mostra-lhes as mãos e o lado com os
sinais da Paixão e diz: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio” (Jo 20,
21). Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo: “Recebei o Espírito
Santo. A quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; a quem não os
perdoardes, serão retidos” (Jo 20, 22-23). Jesus lhes dá o dom de perdoar os
pecados, um dom que brota das chagas de suas mãos e de seus pés e, sobretudo,
de seu lado perfurado, donde jorram os sacramentos da Igreja.
«A
paz seja convosco!» Mais do que um cumprimento, esta saudação sintetiza a
própria obra redentora do Ressuscitado. Por meio da Cruz, Ele anulou a
inimizade e anunciou a paz aos que estavam longe e aos que estavam perto.
Os
cristãos reunidos, no «Novo Cenáculo», a Igreja, no mesmo dia da Ressurreição
de Cristo, isto é, no Domingo, celebram juntos os Mistérios da Morte e
Ressurreição do Filho de Deus para, ante o Mistério da Ressurreição,
transformarem-se em novas criaturas, em novo homem. A Igreja Bizantina celebra
a Ressurreição do Senhor, única e exclusivamente aos Domingos pela manhã,
exceto nas grandes Festas, para testemunhar a seus fiéis que Jesus Ressuscitado
é o «Kyrios» (Senhor), o «Dominus» (Domingo). Assim nos diz Eusébio de
Cesaréia:
«Nós,
os filhos da Nova Aliança, celebramos a cada Domingo a nossa Páscoa e somos
saciados, em todo o tempo, com o Corpo Ressuscitado do Salvador e participamos,
em todo o tempo, de seu Sangue. Cada Domingo somos vivificados pelo corpo
santificado do mesmo Cordeiro Pascal, que é a nossa Salvação e nossa alma é
selada pelo seu precioso sangue».
Esta
celebração se faz com a Comunidade de fiéis que, juntos confirmam sua fé em
Deus e buscam n’Ele, através da Eucaristia, a vida Nova, força para vencer o
pecado, símbolo da morte. Quando não conseguimos contemplar o Ressuscitado,
fatalmente haverá a dúvida, a incerteza, os questionamentos oriundos de um
coração alicerçado ainda nas raízes da “velha criação”.
Foi
o que aconteceu no Cenáculo, com aquele que era conhecido como o «Dídimo». Tomé
estando ausente não testemunhou a Nova Páscoa …
A
Igreja reunida viu o Senhor Ressuscitado no Cenáculo e comunicou a Tomé a
grande notícia, mas não foi o suficiente para que ele acreditasse na voz da
Igreja (Os apóstolos). Era necessário que seus olhos vissem e seus dedos
tocassem as chagas.
Ainda
hoje, como Tomé, muitos são os que ainda exigem as mesmas condições para crer e
viver as verdades proclamadas pela Igreja. Nem mesmo o fundamental (a
Ressurreição) está isento de dúvidas. Prefere-se mesclar esta verdade de fé com
outras doutrinas e crenças que lhes parecem mais aceitáveis pela «razão», mais
agradáveis aos sentidos. É uma necessidade infantil e ingênua acalentar uma
esperança de se ter nova chance, uma nova oportunidade para se viver. Tais
pensamentos geram confusão e aumenta a incredulidade. É preciso purificar o
conteúdo de nossa fé cristã.
Novamente
o Ressuscitado aparece, desta vez com Tomé presente, para que ele não tenha
dúvidas que são de fato aquelas mãos que acolhia os pecadores e protegia as
crianças, que abençoava os alimentos e retirava os espíritos impuros; são de
fato os pés do Messias itinerante, do Ungido sem endereço fixo, do Missionário
andarilho.
Carne
e ossos de uma humanidade aceita por amor, mas que estavam ali ressuscitados,
elevando a dignidade humana aos patamares cobiçados até mesmo pelos anjos. O
Senhor se apresenta no meio de todos, não dedicando a Tomé uma aparição
exclusiva, ensinando-nos que, para aqueles de «pouca fé», a ajuda da comunidade
reunida é essencial. A dúvida, a insegurança, a incerteza e o medo nascem dos
momentos onde a presença de Deus é encoberta. Basta descobri-la para nos
tornarmos corajosos, desbravadores, seguros e convictos cristãos, como São
Tomé, depois da aparição do Ressuscitado.
Todos
nós que cremos e vivemos sob a ótica da Ressurreição de Cristo, recebemos uma
nova criação, pois ela transforma nosso interior e nos faz pessoas diferentes.
Assim aconteceu com Pedro, Madalena e Tomé. Antes da Ressurreição, Pedro negou
Jesus por três vezes; depois, ele afirma que ama o Senhor e sofre as
conseqüências deste amor: de temeroso homem, torna-se o «apascentador das
ovelhas de Cristo», missionário, evangelizador e mártir.
Madalena,
anteriormente, amedrontada chorava a perda de seu Mestre; agora ela torna-se a
Evangelizadora por excelência, a propagadora pioneira da Boa Nova. Tomé, da
boca que proferia palavras de descrença e dúvidas, verbaliza a mais bela
exclamação de reconhecimento perante o Jesus Ressuscitado: «meu Senhor e meu
Deus».
D. Irineo(Bispo de Tropaion)
Extraído do site: ecclesia.com.br
Vida dos Santos
Santo hieromártir Pafnucio
Data de celebração: 19/04/2026
Tipo de festa: Fixa
Santo (a) do dia: Santo hieromártir Pafnucio (início do séc. IV)
Biografia:
São Pafnuncio era um eremita e bispo de uma das regiões do deserto do Egito. Participou ativamente do Concilio de Nicéia, em 325, defendendo o celibato clerical principalmente para os bispos. Defendia que somente a mãe, irmã ou tias do clérigo poderia coabitar com ele na mesma residência. Pafnuncio defendia que entre os diáconos e subdiáconos esta regra canônica poderia não ser observada. Relata-se que durante o Concilio, Pafnuncio levantou sua voz em defesa de se respeitar a continência somente para os bispos, ficando opcional para padres e diáconos. Este relato é confirmado pelo historiador eclesiástico chamado Sozómeno que em 16 linhas narra a presença e a intervenção de Pafnuncio no Concilio de Nicéia. Algumas Atas do Concilio do Século IV referem-se a Pafnuncio como “defensor da fé”; outras atribuem a ele o título de “Mestre da fé” e um dos importantes “Padres Conciliares”.
Extraído do site: ecclesia.com.br
Data de celebração: 19/04/2026
Tipo de festa: Fixa
Santo (a) do dia: Santo hieromártir Pafnucio (início do séc. IV)
Biografia:
Hino do dia
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Celebrações do dia
1. Quarta-feira Luminosa
2. São João Batista, Jerusalém, Santo Mártir
3. São Teodoro Mártir e Filipe, Dióscoro, Sócrates e Dionísio
4. São Agathagelos a Esfigmenite
5. São Jorge, o Confessor Bispo da Pisídia
6. Patriarca de São Trio de Constantinopla
7. São Simeão Abade do Santo Mosteiro de Filoteus do Monte Athos, o Monge e os Não Contidos
8. St. Aseneth of Goritsky
9. Saint Alphege
10. Agioi Ermogenis, Epispidos, Aristonikos, Rufos e Galatas as Testemunhas
11. São Vitor, o Mártir Sagrado Bispo Glazov
12. São Sebastião de Karaganda
13. Alívio das Santas Relíquias de São Milagre do Wonderworker
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Leituras do dia
Matinas - Mateus 28, 16-20
Epístola - Atos 5, 12-20
Evangelho - João 20, 19-31
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Jejum
Livre
Permitido todos os alimentos.
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Permitido todos os alimentos.
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)

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