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Extraído do site: ecclesia.com.br

Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia

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Patriarcado Ecumênico de Constantinopla


S. Santidade BARTOLOMEU I
Arcebispo de Constantinopla - Nova Roma
Patriarca Ecumênico


SEDE PATRIARCAL:

Rum Patrikhanesi (El Fanar-Halic)
TR-34220 Istambul, Turquia
Tel: +90-212-531-9670 - Fax: +90-212-534-9037

A Grande Igreja de Constantinopla

rincipal centro eclesiástico da Igreja Ortodoxa em todo o mundo, o Patriarcado Ecumênico tem seu fundamento histórico no Pentecostes e nas primeiras comunidades cristãs fundadas pelos santos Apóstolos.
Conforme a Tradição, Santo André, “o Primeiro-Chamado“, anunciou o Evangelho nas vastas regiões da Ásia Menor, do Mar-Negro, da Trácia e da Acáia onde foi martirizado. No ano 36 d.C fundou a Igreja Local em Bizâncio, às margens do Bósforo, mais tarde, Constantinopla - cidade de Constantino (atual Istambul, na Turquia). Santo André, o santo Patrono do Patriarcado Ecumênico, é comemorado no dia 30 de Novembro no calendário eclesiástico.
O título de Patriarca Ecumênico data do 6º século d.C, sendo um privilégio histórico exclusivo do Arcebispo de Constantinopla, ultrapassando as fronteiras estatais e étnicas. O Patriarca Ecumênico é o Líder espiritual de aproximadamente 300 milhões de cristãos ortodoxos em todo o mundo.

O Patriarcado Ecumênico

O Patriarcado Ecumênico tem sua sede em Constantinopla, atual Istambul, na Turquia. É também denominado “Igreja de Constantinopla”, ou “Santa Grande Igreja de Cristo”. Os teólogos não ortodoxos e os estudiosos usam habitualmente a expressão convencional de “Igreja do PHANAR”. 
Esta Igreja nasceu da pregação do apóstolo Santo André e, por isso, é uma sede apostólica. A partir de sua fundação, o Patriarcado Ecumênico de Constantinopla assumiu o papel de guia espiritual, de promoção civilizadora e de influência mundial. Por vários séculos, povos e nações tiveram a positiva influência do Patriarcado Ecumênico e, graças à feliz ação evangelizadora e missionária irradiada desde este Centro, “ressuscitaram em Cristo”. Assim se formaram diversas Arquidioceses Ortodoxas que, sob a fúlgida guia espiritual e proteção da sede constantinopolitana, defenderam a fé cristã das várias heresias que a ameaçavam.
O Patriarcado Ecumênico é um dos cinco antigos Patriarcados da Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja. No primeiro milênio a Igreja, como é conhecido, era constituída pelos Patriarcados de Roma, Constantinopla, Alexandria, Antioquia e Jerusalém. Após o cisma de 1054 a Igreja indivisa do primeiro milênio se dividiu na Igreja Ocidental (o Patriarcado de Roma) e na Igreja Oriental (os outros Patriarcados do Oriente). No seio destes últimos o Patriarcado de Constantinopla assumiu o primeiro lugar como juiz plenipotenciário na eventualidade de disputas de qualquer espécie entre os outros Patriarcas. 
A proeminência do Patriarca de Constantinopla já é atestada no século VII quando passou a receber o título de “Ecumênico”. Tal expressão indica o seu primeiro posto – primus inter pares – quer pelo poder assumido, quer pelo esplendor espiritual entre todos os Patriarcas do Oriente.
Compete ao Patriarca de Constantinopla: 
— Convocar Sínodos, Pan-ortodoxos, ou Locais;
— Exortar os Metropolitas e vigiar sua atuação;
— Julgar e decidir em mérito a instâncias, recursos etc., da parte dos Metropolitas;
— O direito do “Stavropighion”, isto é, o direito de pôr sob seu controle direto os mosteiros e as igrejas dos bispos sob sua jurisdição.
Após a queda do Império Otomano o Patriarcado Ecumênico foi reconhecido como “Instituição Pan-ortodoxa”. Durante a Conferência Pan-ortodoxa de 1961, na ilha paulina de Rodes, o Patriarcado Ecumênico, por unanimidade, foi reconhecido como representante espiritual da Ortodoxia. Sob a guia do Patriarca Ecumênico Atenágoras I, o Patriarcado Ecumênico distinguiu-se particularmente, elevando-se a um plano de notável prestígio. Recentemente, com a guia do Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, atingiu um alto nível de honra e respeitabilidade.
Atualmente, seguindo a indicação de seu predecessor o Patriarca Dimítrios I, de santa memória, o Patriarca Bartolomeu I continua o sereno “caminho de amor, de paz e de unidade”, visitando os antiqüíssimos patriarcados do Oriente Ortodoxo e se encontrando com povos e autoridades religiosas e políticas. A todos dirige sua afetuosa mensagem de paz e de unidade.
Através destes discursos iluminados pela Fé e de Esperança, o Patriarca Ecumênico se faz próximo dos povos que sofrem, demonstrando seriedade, dignidade e sabedoria em sua missão e sua feliz atividade em seu favor. Desta maneira, suas intervenções testificam sua colaboração pela consolidação da paz no mundo, pelo cessar da guerra, pelo respeito ao homem e a sua liberdade, pois o homem, sendo criado por Deus, é a sua imagem e semelhança e tem direito a uma vida digna e a uma verdadeira prosperidade.

Síntese Histórica:
·         Fundou a Igreja de Constantinopla o Apóstolo André, o Primeiro-Chamado.
·         Transferiu-se a capital do Império Romano, da cidade de Roma para Constantinopla, "Nova Roma" após assentamento de seus alicerces, em 328 A.D. e a respectiva inauguração em 537.
·         Colocou a pedra fundamental da Igreja "Hagia ," em 532, no reinado de Justiniano, o Grande e fora inaugurada em 537.
·         O dissídio dos Armênios, da Igreja de Constantinopla, verificou-se em 554.
·         O Sínodo Ecumênico (II), conferiu ao Bispo de Constantinopla a primazia de honra, depois do Bispo de Roma e o Título de Patriarca, porém o IV Sínodo Ecumênico concedeu-lhe as mesmas honras e primazia dos quais tem direito o próprio Bispo de Roma e em 587 foi-lhe conferido o Título de Ecumênico, na era do Patriarca João o Mnisteftis.
·         A Igreja de Constantinopla admitiu na Cristandade as congregações sérvias, croatas, búlgaras e russas, auxiliando ainda as traduções do Santo Evangelho para as línguas: Gotha, Armênia, Cassuinia e Eslava, graças aos esforços de seus missionários e pregadores, como aos batalhadores Cirilo e Metódio.
·         Com a guerra dos iconoclastas (imagens) no ano de 723, na época de Leão o Isavro e terminou em 842 na era do rei Mikhail e sua mãe Teodora.
·         Os cruzados conquistaram Constantinopla em 1204 e foram expulsos em 1261;
·         O Cisma entre as Igrejas Oriental Ortodoxa e Ocidental Romana verificou-se em 1054, na era do Patriarca Ecumênico Mikhail Cyrolario e do Papa Leão IX.
·         A queda de Constantinopla nas mãos do Sultão Muhámad, o Conquistador, verificou-se em 1453.
·         Estabeleceu-se definitivamente em Fanar de Constantinopla o Patriarcado Ecumênico, em 1600.
·         A Academia de Teologia de Halki fora construída em 1844.
·         O governo turco aboliu a indumentária clerical em 1935.

Fotos: Site do Patriarcado Ecumênico

       Extraído do site ecclesia.com.br

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