Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025

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Visita Pastoral de Dom Iosif e Dom Melétios

PROGRAMAÇÃO MENSAL

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J A N E I R O / 2 0 2 6

Domingo, 8 de agosto de 2021.







7º Domingo de Mateus









O evangelho do Sétimo Domingo de Mateus evoca, em palavras sucintas, mas dinâmicas, a chegada ao mundo do profeta que anuncia a instauração do Reino de Deus: Jesus de Nazaré. Para isso percorria as cidades e povoados, pregava o amor e o perdão, proclamava a Boa Nova, curava os enfermos, revelando em cada gesto, o amor misericordioso e a ternura do Pai.

É recorrente a situação de cura de deficiências físicas e outras enfermidades no Evangelho proclamado nas últimas semanas e nas que seguem. Jesus é o Divino Médico que, movido pela compaixão, restaura a integridade da pessoa humana.

Neste domingo, Jesus opera a recuperação da visão a dois cegos e solta a voz a um mudo que imploram por sua compaixão. Estes gestos revelam a origem do poder em nome do qual age. O texto parece mais revelador em Mt 11,20-24 quando o Senhor constata a incredulidade do povo face ao descaso e indiferença para com a manifestação de Deus naquele lugar. «Ai de Ti... porque se em Tiro ou em Sidônia tivessem sido realizados os milagres que em vós se realizam, muitos teriam se arrependido...»

Os milagres e as curas são um convite ao arrependimento e a conversão, tema central de sua mensagem: «Arrependei-vos porque está próximo o Reino de Deus» (Mt 4,17). Há uma estreita conexão entre as curas e a pregação do Reino de Deus.

A admiração do povo simples e dos discípulos diante da poderosa palavra do pregador e taumaturgo de Nazaré contrasta com a dos teólogos (escribas) vindos de Jerusalém (pois lá se encontravam e podiam ser estudados em profundidade os rolos completos da Sagrada Escritura de Israel) que levantam discussão acerca da origem diabólica ou não do poder de Jesus (w. 22-30).

Dizem que Jesus mantém aliança com Belzebu, chefe dos demônios, e recebe deste o poder de mandar nos maus espíritos. Jesus ridiculariza tal «explicação» (que provavelmente foi repetida pelos adversários de Jesus muitos anos depois de sua morte). Será que Satanás se expulsa a si mesmo? Um reino internamente dividido está fadado a se dissolver! Ou será que alguém pode saquear a casa de um homem valente sem amarrá-lo? Dá assim a a entender que seu poder não é do diabo, mas de quem é mais forte que este, e os ouvintes sabem que «Forte» é um título divino e messiânico. Jesus deixa os ouvintes tirarem a conclusão.

Quem tem o olhar puro e objetivo vê que Jesus está dominando Satanás. Mas a alguns falta o olhar puro para reconhecer isso. Os que criticam Jesus têm as vistas viciadas. Por isso, Jesus acrescenta:

«Em verdade, tudo pode ser perdoado às pessoas humanas, pecados e mesmo as blasfêmias que proferirem, mas quem blasfema contra o Espírito Santo (= o Espírito de Deus que age em Jesus) não recebe perdão nunca. Ele é réu de pecado para sempre».

Pelo menos, enquanto não retrai sua «blasfêmia», sua má vontade, incompatível com a graça e o perdão de Deus.

A libertação do mal, as curas das enfermidades são sinais reveladores do mundo futuro anunciado por Jesus, onde as pessoas totalmente de Deus «farão milagres como Jesus os fez ou até mesmo maiores».

Aos incrédulos e aos de coração duro, por mais que a glória de Deus se lhes manifeste, encontrarão sempre razões para justificar a resistência à fé, a incredulidade. Aos que se deixam mover pelo Espírito de Deus, porém, os acontecimentos mais simples do cotidiano são sinais do Reino já instaurado neste mundo. Somente os olhos inocentes vêem aquilo que se oculta aos soberbos: a presença de Deus que caminha do nosso lado, que é Emanuel (Deus conosco) e que é libertação de todo o mal.

O Espírito Santo nos faz livres da possessão do mal. «O Espírito comunica a vida, e onde se acha o Espírito do Senhor, aí está a liberdade». 2Cor 3,6-17

Na leitura dos Apóstolos, São Paulo exorta à Comunidade de Roma daquele tempo e também às nossas comunidades cristãs de hoje, para que haja unanimidade, que os mais fortes suportem as fraquezas dos mais fracos e cooperem na sua edificação. A unanimidade (unidade), é característica fundamental da comunidade cristã. E lembra-nos que, em tudo, devemos ser imitadores do Senhor: na concórdia, na fidelidade, na paz e na harmonia.

Como cristãos é dever proclamar com a vida o Reino que anunciamos com palavras. Diz-nos São João Crisóstomo que [...] «Cristo deixou-nos na terra para que sejamos faróis que iluminam, doutores que ensinam; para que cumpramos o nosso dever como o fermento [...]. Nem sequer seria necessário expor a doutrina se a nossa vida fosse tão radiante, nem seria necessário recorrer às palavras se as nossas obras dessem tal testemunho. Já não haveria nenhum pagão, se nos comportássemos como verdadeiros cristãos». (Homilias sobre a primeira Epístola a Timóteo, 10)


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém (Nona Edição Revista e Ampliada). São Paulo: Paulus, 2013.

FONTE:
KONINGS, Johan. Descobrir a Bíblia a partir da Liturgia. São Paulo: Ed Loyola.



Extraído do site: ecclesia.com.br




Vida dos Santos




Santo EMILIANO, o Confessor – bispo de Cízico († C. 815-820)






Data de celebração: 08/08/2021

Tipo de festa: Fixa

Santo (a) do diaSanto EMILIANO, o Confessor – bispo de Cízico († C. 815-820)

Biografia:
Santo Emiliano foi perseguido e torturado por causa de sua fé. O apóstolo São Paulo, pretendendo pôr em destaque a importância da confissão de nossa fé em Cristo, afirmou: «Temos, portanto, um grande Sumo Sacerdote que penetrou nos céus, Jesus, Filho de Deus. Conservemos firme a nossa fé» (Hb 4,14). Sim, temos um grande Αρχιερέα, que já passou pelos céus e adentrou o eterno fim aonde nos espera, Ele que não é um simples homem, mas o Filho de Deus. Assim, estejamos firmes nesta fé n’Ele, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Um exemplo disto foi Santo Emiliano, que viveu durante o reinado do imperador iconoclasta Leão, o Armênio (813-820). Emiliano foi bispo de Cízico, sucedendo Nicolau, nos anos 787-815. Ele lutou com todas as forças que Deus lhe concedeu em defesa da veneração dos santos ícones. Convocado, juntamente com outros bispos, ao tribunal do imperador que insistia com veemência para que os bispos se abstivessem da veneração dos santos ícones, Santo Emiliano foi o primeiro a responder com toda firmeza ao imperador, esclarecendo que a questão sobre a veneração dos santos ícones era uma questão a ser tratada e decidida no âmbito interno da Igreja, e por aqueles que se ocupam das coisas espirituais, e não por um tribunal imperial. No ano 815, Emiliano foi enviado para a prisão onde entregou sua vida como um mártir da fé ortodoxa.



Trad.: Pe. André


Extraído do site: ecclesia.com.br


Hino do dia




Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Celebrações do dia



1. São Emilianos, o Confessor, bispo de Kyzikos

2. Saint Myron

3. Saint Triantaphyllos de Zagora

4. São Teodósio Abade de Orovon

5. Santos Eleftherios, Leonidis e os Santos Bebês

6. Santos Dez Santos e Ascetas do Egito

7. Santos dois mártires from Tiro

8. Saint Styrakios

9. Comemoração da inauguração dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo

10. Saint Anastasios da Bulgária

11. São Gregório, o pintor na caverna

12. Comemoração da inauguração do Templo da Virgem em Jerusalém


Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Leituras do dia



Matinas - João 20, 1-10


Epístola - Romanos 15, 1-7

Evangelho - Marcos 9, 27-35

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Jejum


Vinho

Abster-se de carne, peixe, laticínios e ovos. 

Permitido azeite e vinho

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)








































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