Vista Externa da Paróquia

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Vista Interna da Paróquia - 29/11/2025

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Visita Pastoral de Dom Iosif e Dom Melétios

PROGRAMAÇÃO MENSAL

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J A N E I R O / 2 0 2 6

Domingo, 17 de outubro de 2021.








Domingo do 7º Concílio Ecumênico 








Comemoração dos 350 Padres do 7° Concílio Ecumênico


A importância dos primeiros sete concílios ecumênicos no Oriente Bizantino é tal que, por três vezes no ano, sempre em dia de Domingo, se celebram os Padres que fizeram ecoar no meio da Igreja a divina harmonia, proclamando as verdades da fé apostólica.

A Festa dos 350 Padres conciliares se reveste com a coroa da vitória sobre os iconoclastas que proibiram manifestações públicas da fé através dos ícones. Graças aos santos padres conciliares podemos nos aproximar dos ícones de Nosso Senhor e da Theotokos, venerando-os através deles, o Deus Uno e Trino que se fez carne e nos trouxe a salvação.

Sobre o Evangelho desta festa é nos apresentada uma rica história, iniciando assim o cortejo literário chamado parábolas. As parábolas pertencem ao gênero didático da Bíblia cuja intenção e finalidade é ensinar uma verdade religiosa. Próprias e exclusivas de Jesus de Nazaré, significam algo novo na literatura judaica, sem paralelos nos escritos anteriores ou posteriores à sua vinda. Elas são comparações ou imagens destinadas a ilustrar ou transmitir uma idéia, usando de alegorias para desvendar uma realidade premente. O propósito é induzir o ouvinte a admitir uma situação que ele a princípio não percebe como aplicável a si mesmo, mas que, após uma reflexão ou uma explicação mais minuciosa parece se encaixar com muita precisão.

Nos Evangelhos, encontramos dezenas de parábolas narradas pelo Senhor, cada uma relatando uma situação específica, donde se tira várias lições, usando-se de exemplos concretos do dia-a-dia das pessoas comuns.

Na Galiléia, havia muitos terrenos acidentados e cheios de colinas cuja área de plantio era muito restrita devido às suas irregularidades. O Senhor valendo-se deste contexto, desta imagem, compõe aos poucos uma narrativa que é muito familiar a todos, para evidenciar o poder e a eficácia da palavra de Deus.

«Como a chuva e a neve descem do céu e não voltam para ele sem ter regado ou fecundado a terra, assim sucede com a palavra que sai da boca do Senhor» Is 55,10.

A eficácia da palavra divina é observada desde a Criação do mundo pelo "FAÇA-SE" pelo qual o Criador ordenava vir a existência todas as coisas, e imediatamente do NADA germinava a vida.

O Antigo Testamento é rico em exemplos em que Deus se dirige aos homens através da palavra. Por fim, chegada à plenitude dos tempos, Deus não enviou mais simples palavras aos homens, mas sua PALAVRA eterna, seu VERBO. O Verbo assumiu a natureza humana, fez-se carne e veio semear no coração dos homens palavras de vida eterna, sendo este o tema do Evangelho que Lucas nos apresenta hoje.

Entretanto, diz a parábola, a mesma semente produz, num terreno, frutos abundantes; e em outros, nada produz. Eis aí o significado do mistério da liberdade humana ante os dons de Deus.

Em toda parte Jesus semeia a Palavra: nem ao homem de coração mais endurecido Ele a nega, nem aos soberbos, às prostitutas, aos hipócritas a quem o Senhor comparava aos terrenos pedregosos e cheio de espinhos. O SENHOR a todos generosamente oferece a Boa Nova. Assim como o semeador não faz distinção na terra que lavra, semeando por toda parte, também nós não podemos fazer discriminação, entre o rico e o pobre, o douto e o ignorante, o fervoroso e o preguiçoso, o corajoso e o covarde, o pecador e o santo.

São João Crisóstomo nos diz que «se ao ouvir a Palavra os corações permanecerem ainda endurecidos a culpa não é da Palavra, mas de quem não quis mudar de vida».

Por isso a indiferença não deve desanimar o semeador; deve ele ser sempre persistente. A persistência e a confiança devem caracterizar o apostolado cristão, pois nem sempre a receptividade da mensagem anunciada é vista e sentida. A confiante ação do semeador que espalha, com mãos cheias a semente, interpela o ouvinte para que entendamos que as dificuldades não podem barrar o andamento de um projeto divino.

Esta parábola é tão rica que o próprio Senhor se debruça em explicá-la aos ouvintes após a sua narração. Tecer qualquer outra interpretação seria redundância. De qualquer maneira esta parábola encontra sua contemporaneidade em cada cristão.

«Que vossas palavras Senhor, lancem raízes profundas em nossas vidas, transformando-nos em árvores frutíferas dos dons divinos» (São João Crisóstomo).

REFERÊNCIAS:
BÍBLIA – Bíblia de Jerusalém (Nona Edição Revista e Ampliada). São Paulo: Paulus, 2013.


Extraído do site: ecclesia.com.br







Vida dos Santos





Santo Oséias







Data de celebração: 17/10/2021

Tipo de festa: Fixa

Santo (a) do dia: 
Santo Oséias, profeta (séc. VIII a.C)

Biografia:

O santo profeta Oséias, filho de Beeri (Berí) da Tribo de Isacar, viveu e pregou no Reino de Israel no tempo próximo a sua destruição. O início de suas atividades proféticas corresponde ao final do reinado de Jeroboão II (782-752), aproximadamente no ano 740 750 a.C., até a queda de Samaria em 722. Eram tempos de decadência espiritual do povo de Israel, crescimento da idolatria e dissolução moral. A pressão da beligerante Assíria provocava a instabilidade política de Israel e frequentes ataques.

O profeta Oséias acusava energicamente seus contempiorâneos por seus vícios e, em particular, pelos repelentes costumes pagãos copiados dos povos vizinhos. Oséias profetizava os desastres que adviriam. De sua vida pessoal sabe-se que se casou com Gomer que lhe era abertamente infiel, o que levou a divorciar-se formalmente sem que, no entanto, eixasse de amá-la e compadecer-se dela. Este drama pessoal mostrou ao profeta quão duros eram os efeitos da traição espiritual do povo de Israel ao seu Deus, depois que recebeu os mandamentos no Sinai. Os hebreus quebrarm esta aliança, a profanaram e caíram em libertinagem espiritual. Por isso o Senhor predisse pela boca de seu profeta que os hebreus seriam rechaçados e que os pagãos seriam chamados ao Reino de Deus: «E naquele dia farei por eles aliança com as feras do campo, e com as aves do céu, e com os répteis da terra; e da terra quebrarei o arco, e a espada, e a guerra, e os farei deitar em segurança. E desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias. E desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao SENHOR. E acontecerá naquele dia que eu atenderei, diz o SENHOR; eu atenderei aos céus, e estes atenderão à terra. E a terra atenderá ao trigo, e ao mosto, e ao azeite, e estes atenderão a Jizreel. E semeá-la-ei para mim na terra, e compadecer-me-ei dela que não obteve misericórdia; e eu direi àquele que não era meu povo: Tu és meu povo; e ele dirá: Tu és meu Deus!» Os 2,18-23)

Oséias denunciava os sacerdotes, acusando que haviam reduzido a fé em Deus a meras cerimônias formais, despidas de sentimentos, e que não instruíam o povo sobre a Lei de Deus. «O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. Como eles se multiplicaram, assim pecaram contra mim; eu mudarei a sua honra em vergonha. Comem da oferta pelo pecado do meu povo, e pela transgressão dele têm desejo ardente. Por isso, como é o povo, assim será o sacerdote; e castigá-lo-ei segundo os seus caminhos, e dar-lhe-ei a recompensa das suas obras». (Os 4, 6-9).

Mais adiante o profeta chama aos que ainda são capazes de atender à sua pregação:«Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida. Depois de dois dias nos dará a vida; ao terceiro dia nos ressuscitará, e viveremos diante dele. Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra». (Os. 6, 1-3). Eis o que é valioso para o SENHOR, nos atos humanos: «Por isso os abati pelos profetas; pelas palavras da minha boca os matei; e os teus juízos sairão como a luz, porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos». (Os 6, 5-6).

Diante da iminência da destruição de Israel, o profeta usou de todas as suas forças para despertar o sentimento de arrependimento. Porém, ele anteviu o que viria depois dos desastres e o que estava reservado ao final dos tempos, quando se dará a restauração completa do povo de Deus, quando todos os inimigos e, inclusive a morte, serão aniquilados. «Eu os remirei da mão do inferno, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua perdição? O arrependimento está escondido de meus olhos» (Os 13,14). Algumas expressões de Oséias foram citadas em alguns escritos do Novo Testamento.: Os 11, 1 >> Mt 2, 15; Os 6, 6 >> Mt 9, 13; Os 2, 23 >> 1 Pd 2, 10; Os 13, 14 >> 1 Cor 15, 55; Os 10, 8 >> Lc 23, 30, entre outros.

O conteúdo do livro do profeta Oséias segue basicamente o seguinte: sobre a esposa infiel e a infidelidade de Israel (1-2); sobre a fidelidade divina (3); acusação a Iscrael (4-7); Juízo de Deus sobre Israel (8-10); uma série de pregações curtas sobre os temas acima referidos (11-14); encerrando o livro com a promessa da salvação dos justos (14).

O Profeta Oséias II


Profeta e escritor hebreu do livro bíblico de Oséias; identificado apenas como filho de Beeri. Oséias serviu como profeta de Iaweh durante os reinados dos reis Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, de Judá, e de Jeroboão II (filho de Joás), de Israel, em fins do nono século e bem avançado no oitavo século a. C. (Os 1:1) Os profetas do mesmo período geral incluíam Amós, Isaías e Miquéias. (Am 1:1; Is 1:1; Miq 1.1) Oséias pode ser identificado como profeta (e, provavelmente, como súdito) do reino setentrional de Israel, de dez tribos. Esse reino era o principal objeto das declarações contidas no livro de Oséias. Enquanto que Judá foi citado por nome apenas 15 vezes, e sua capital, Jerusalém, nem sequer uma vez, o livro contém 44 referências a Israel, 37 a Efraim (a tribo dominante de Israel), e 6 a Samaria, a capital do reino setentrional. A maioria dos outros locais mencionados no livro eram parte do reino setentrional ou então se achavam dentro de suas fronteiras. (Os 1:4, 5; 5:1, 8; 6:8, 9; 10:5, 8, 15; 12:11; 14:6, 7). Não obstante, parece que Oséias atribuía importância primária aos reis de Judá, mencionando todos os quatro que reinaram ali durante seu ministério, ao passo que só alistou aquele que governava em Israel quando ele, Oséias, iniciou seu trabalho. (Os 1:1) Mas, em vez de isso indicar que o profeta veio de Judá ou que ali nasceu, este fator pode indicar que Oséias, assim como outros profetas de Deus, só considerava como governantes legítimos sobre o povo de Deus os reis de Judá, da família de Davi, encarando o reino setentrional de Israel como completa apostasia religiosa e civil com relação a Javé. Naturalmente, esta listagem dos governantes de ambos os reinos facilita datar com mais precisão as atividades proféticas de Oséias.
Trad.: Pe. André

Extraído do site: ecclesia.com.br



Hino do dia





Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)



Celebrações do dia



1. Profeta Oséias

2. Santo Andreas, o Santo Mártir "Ὁ ἐν τὴ Κρίσει"

3. Santos Kosmas, Damianos, Leontios, Anthimos e Euprepios the Anargyros

4. Recuperação da Sagrada Relíquia do Santo e do Justo Lázaro

5. Colocação da Sagrada Relíquia do Santo e Justo Lázaro em Istambul

6. Memória de todos os Patronos e Patronos da Santa Metrópole de Hydra

7. Santos Antígono, Luciano, Terêncio, Nicodemos e Teófanes

8. Santos Isidora e Neophyti

9. Agios Kosmas "ὁ ἐν Γεωργίᾳ"

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Leituras do dia



Matinas Lucas 24: 36-53 

Epístola - Tito 3, 8-15

Evangelho - Lucas 8, 5-15

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


Jejum



Livre

Permitido todos os alimentos

Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)

































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