Dom Irineo
Bispo de Tropaion
IX Domingo de Mateus
«Coragem! Sou Eu. Não tenhais medo!»
Leituras Bíblicas:
Epístola (Apóstolo): 1Cor 3,9–17
Evangelho: Mt 14,22–34
Modo plagal 4º | Eothinon 9
Trasladação das Relíquias do Santo Protomártir e Arquidiácono Estêvão
A fé que atravessa a tempestade
O Evangelho deste 9º Domingo de Mateus dá continuidade imediata ao episódio contemplado no domingo passado. Depois de alimentar a multidão no deserto, Cristo ordena aos discípulos que entrem na barca e atravessem para a outra margem, enquanto Ele despede o povo e sobe sozinho ao monte para rezar.
Passamos, assim, da mesa abundante à travessia noturna; das mãos que distribuíam o pão à mão de Cristo que segura Pedro; da multidão saciada à pequena comunidade dos discípulos, provada pelo vento contrário.
O Evangelho não nos permite permanecer apenas no entusiasmo do milagre. Depois de recebermos o pão, é preciso entrar na barca. Depois da consolação, vem a travessia. Depois de contemplarmos a abundância do Reino, somos chamados a experimentar se nossa confiança permanece firme quando a noite chega e os ventos se levantam.
Cristo envia os discípulos à travessia
Mateus afirma que Jesus «obrigou» os discípulos a entrar na barca. A tempestade, portanto, não os encontra porque tenham desobedecido ao Senhor. Eles enfrentam o vento contrário justamente quando cumprem sua palavra.
Esse detalhe corrige uma compreensão superficial da fé. Nem toda dificuldade significa que abandonamos a vontade de Deus. Há tempestades que surgem no próprio caminho da obediência. Seguir Cristo não significa encontrar sempre águas tranquilas, mas saber que nenhuma tempestade pode anular sua palavra nem impedir que cheguemos à outra margem.
Enquanto os discípulos atravessam o lago, Jesus sobe ao monte para rezar. A barca parece estar sozinha, mas não foi esquecida. Cristo permanece em comunhão com o Pai e conhece a luta daqueles que enviou.
Também nós, muitas vezes, confundimos o silêncio de Deus com ausência. Rezamos, esperamos e não percebemos uma resposta imediata. Entretanto, o Evangelho revela que, mesmo quando os discípulos não O veem, Cristo os vê. Ainda que pareça distante, Ele não está indiferente à sua luta.
A barca açoitada pelas ondas
A barca encontra-se no meio do mar, «açoitada pelas ondas, porque o vento era contrário». O verbo empregado por Mateus transmite a ideia de sofrimento, tormento e desgaste. Os discípulos não enfrentam apenas um susto passageiro. Lutam durante horas, na escuridão, contra forças que parecem impedir qualquer avanço.
A cena retrata com realismo a experiência humana. Há momentos em que a vida parece avançar sob um vento permanentemente contrário: enfermidades, perdas, conflitos familiares, incertezas, dificuldades financeiras, solidão, cansaço espiritual e pensamentos que nos agitam interiormente.
A fé cristã não nega a força desses ventos. Não chama de pequena uma dor que é grande. Contudo, afirma que as ondas não possuem a última palavra. O Senhor não permanece prisioneiro das forças que nos ameaçam. Ele caminha sobre aquilo que parece capaz de nos destruir.
«Sou Eu. Não tenhais medo!»
Somente na quarta vigília da noite, entre três e seis horas da manhã, Jesus vai ao encontro dos discípulos, caminhando sobre o mar. Ele não acalma primeiro as águas para depois aproximar-Se. Vem até eles em meio à tempestade.
Aqui se manifesta sua autoridade divina. Na linguagem bíblica, somente Deus domina o mar e caminha sobre suas profundezas. Cristo não é apenas um mestre capaz de ensinar os discípulos a enfrentar suas dificuldades. Ele é o Senhor da criação, diante de quem até as águas se tornam caminho.
Quando O veem, porém, os discípulos não O reconhecem. Dominados pelo medo, confundem a presença salvadora com um fantasma. O medo deforma a realidade: faz-nos imaginar ameaças onde Deus já está vindo ao nosso encontro.
Por isso, antes de acalmar o vento, Cristo acalma o coração dos discípulos:
«Coragem! Sou Eu. Não tenhais medo!»
A expressão «Sou Eu» — Egó eimi — possui uma força que ultrapassa a simples identificação. Evoca o Nome divino e revela que Aquele que caminha sobre as águas é o mesmo Senhor que, nas Escrituras, domina o caos e conduz seu povo à salvação.
Cristo não promete aos discípulos uma vida sem travessias. Oferece-lhes algo maior: sua presença no meio delas.
Pedro entre a fé e o medo
Pedro responde com uma mistura profundamente humana de confiança, amor e impetuosidade:
«Senhor, se és Tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água.»
Cristo responde com uma única palavra:
«Vem!»
Pedro deixa a barca e começa realmente a caminhar sobre as águas. Não é o mar que o sustenta, mas a palavra de Cristo. Enquanto confia nessa palavra e mantém o olhar voltado para o Senhor, faz o que humanamente seria impossível.
Entretanto, ao perceber a violência do vento, sente medo e começa a afundar. O vento já existia quando Pedro saiu da barca. O que mudou não foi a tempestade, mas o lugar para onde dirigiu sua atenção. Antes, via Cristo; depois, passou a contemplar apenas a ameaça.
Essa passagem não deve ser interpretada como condenação severa de Pedro. Ele foi o único que teve coragem de deixar a barca. Sua fé é real, mas ainda frágil; seu amor é ardente, mas sua confiança ainda não amadureceu. Em Pedro reconhecemos a nossa própria vida espiritual: cremos e, ao mesmo tempo, tememos; avançamos e hesitamos; damos passos corajosos e depois nos assustamos com aquilo que sempre esteve ao nosso redor.
A pequena fé não é a ausência completa de fé. É uma fé dividida, que deseja apoiar-se em Cristo, mas ainda mede o poder de Deus pela intensidade do vento.
«Senhor, salva-me!»
Ao começar a afundar, Pedro pronuncia uma das orações mais breves e completas de todo o Evangelho:
«Senhor, salva-me!»
Não há explicações, justificativas nem longos discursos. Há apenas o reconhecimento da própria impotência e a confiança de que Cristo pode salvá-lo.
«Imediatamente», diz o Evangelho, Jesus estende a mão e o segura. A resposta divina é mais rápida que o naufrágio. Cristo não espera Pedro demonstrar uma fé perfeita para socorrê-lo. Segura-o quando sua fé ainda é pequena e seu coração ainda está tomado pelo medo.
A repreensão — «Homem de pouca fé, por que duvidaste?» — acontece quando Pedro já está seguro na mão do Senhor. Cristo primeiro salva; depois corrige. Sua correção não humilha, mas conduz ao amadurecimento.
A vida espiritual começa muitas vezes com esta oração: «Senhor, salva-me!» Ela está no coração da oração do publicano, da oração de Jesus e de toda verdadeira conversão. Somente quem reconhece que está afundando permite que Cristo o levante.
A barca como imagem da Igreja
Quando Cristo e Pedro entram na barca, o vento cessa. Os discípulos prostram-se diante d’Ele e confessam:
«Verdadeiramente, Tu és o Filho de Deus!»
A barca é, desde os primeiros séculos, uma imagem da Igreja. Isso não significa que, dentro dela, nunca haverá tempestades. O próprio Evangelho mostra a barca sacudida, os discípulos assustados e Pedro vacilante. A Igreja não é uma comunidade de pessoas que nunca sentem medo, mas o lugar onde aprendemos a reconhecer Cristo, a clamar por Ele e a recebê-Lo em nosso meio.
A salvação de Pedro também não é apenas individual. Cristo o toma pela mão e o reconduz à barca, à comunhão dos discípulos. A mão do Senhor não nos retira simplesmente de uma dificuldade particular; reintegra-nos à vida de seu Corpo.
Essa dimensão eclesial une o Evangelho à epístola deste domingo.
«Vós sois construção de Deus»
São Paulo escreve aos Coríntios:
«Nós somos cooperadores de Deus, e vós sois campo de Deus, construção de Deus.»
A comunidade cristã não é um clube religioso, uma reunião de interesses semelhantes ou apenas uma instituição que administra atividades. É construção de Deus, Corpo de Cristo e templo no qual habita o Espírito Santo.
Paulo afirma claramente:
«Ninguém pode colocar outro fundamento além daquele que já está posto: Jesus Cristo.»
A Igreja atravessa o mar porque está edificada sobre Cristo. Quando tentamos construí-la sobre preferências pessoais, vaidades, divisões, prestígio ou disputas de poder, edificamos com materiais que não resistirão à prova. Quando, porém, servimos com humildade, verdade, caridade e espírito de comunhão, cooperamos com Deus na edificação de seu templo.
O «vós» empregado pelo Apóstolo é comunitário. Não somos templos isolados, independentes uns dos outros. Somos, juntos, o templo de Deus. Ferir a comunhão, desprezar o irmão ou tratar a Igreja apenas como fornecedora de serviços religiosos significa atingir a própria construção que pertence ao Senhor.
A barca só atravessa a tempestade quando seus ocupantes permanecem reunidos em torno de Cristo, seu único fundamento.
Santo Estêvão: os olhos fixos no céu
Neste domingo celebramos também a Trasladação das Relíquias do Santo Protomártir e Arquidiácono Estêvão. Sua memória ilumina de modo especial as leituras.
No momento de seu martírio, cercado pela violência e pelas pedras, Estêvão manteve os olhos fixos no céu e contemplou a glória de Deus. Exteriormente, a tempestade não cessou. As pedras continuaram a cair. Interiormente, porém, ele permaneceu sustentado pela presença de Cristo.
Estêvão não apenas conservou a paz: rezou por aqueles que o apedrejavam. Assim demonstrou que a verdadeira vitória cristã não consiste apenas em sobreviver à tempestade, mas em não permitir que ela destrua em nós a capacidade de amar.
Como Pedro sobre as águas, Estêvão permaneceu sustentado por aquilo que contemplava. Quem fixa os olhos apenas na violência torna-se prisioneiro dela; quem mantém os olhos em Cristo pode atravessá-la sem reproduzi-la.
Caminhar sobre as ondas interiores
As ondas mais perigosas nem sempre estão fora de nós. Muitas vezes são os pensamentos, os medos, as suspeitas, as lembranças dolorosas e os julgamentos que se agitam dentro do coração.
Podemos estar externamente seguros e, ainda assim, afundar interiormente. A tradição ascética da Igreja ensina que a paz não depende de controlarmos todas as circunstâncias, mas de aprendermos a entregar nossa vontade a Deus, conservar a oração e manter o coração voltado para Cristo.
Olhar para Cristo não significa ignorar os problemas. Pedro sabia que havia vento e ondas. Significa não atribuir à tempestade um poder maior que o do Senhor.
Três movimentos para a pregação
A mensagem deste domingo pode ser apresentada em três movimentos:
Cristo vem ao nosso encontro na tempestade.
Ele nem sempre elimina imediatamente as dificuldades, mas nunca abandona aqueles que enviou à travessia.
Quando começamos a afundar, podemos clamar.
«Senhor, salva-me!» é a oração da fé ferida, mas ainda voltada para Deus. A mão de Cristo chega antes que as águas nos cubram.
Cristo reconduz-nos à barca e edifica-nos como Igreja.
A salvação não termina num alívio individual. Somos recolocados na comunhão para nos tornarmos cooperadores de Deus e pedras vivas de seu templo.
O Evangelho deste domingo não nos promete um mar sempre tranquilo. Promete-nos que nenhuma tempestade poderá impedir Cristo de vir ao nosso encontro. Quando o medo deformar nossa visão, ouviremos sua voz: «Coragem! Sou Eu. Não tenhais medo!» Quando nossa fé vacilar, poderemos clamar: «Senhor, salva-me!» E quando sua mão nos levantar, reconheceremos com toda a Igreja:
«Verdadeiramente, Tu és o Filho de Deus!»
Referências bibliográficas
BÍBLIA SAGRADA. 1Coríntios 3,9–17; Mateus 14,22–34; João 16,33; Atos 7,54–60.
SÃO JOÃO CRISÓSTOMO. Homilias sobre o Evangelho de São Mateus, Homilia 50.
SÃO SILUANO DO MONTE ATHOS. Escritos espirituais. Reflexões sobre a paz, a confiança em Deus e a entrega à vontade divina.
IRINEO DE TROPAION, Dom. «Coragem! Sou Eu. Não tenhais medo! — A fé que atravessa a tempestade». Subsídio homilético.
ELPIDOPHOROS OF AMERICA, Archbishop. Homily for the Ninth Sunday of Matthew. Greek Orthodox Archdiocese of America, 25 ago. 2024.
LEMASTERS, Philip. Staying Grounded on the One True Foundation. Eastern Christian Insights, 20 ago. 2019.
PRESCOTT ORTHODOX. Ninth Sunday of Matthew. Homilia de Pe. Jeffrey, 10 ago. 2025.
Extraído do site: ecclesia.com.br
Trasladação das relíquias de Santo Estevão, Protomártir e Arquidiácono
Vida dos Santos
Trasladação das relíquias de Santo Estevão, Protomártir e Arquidiácono
Data de celebração: 02/08/2026
Tipo de festa: Fixa
Santo (a) do dia: Trasladação das relíquias de Santo Estevão, Protomártir e Arquidiácono
Biografia:
A Igreja instituiu esta segunda festa do Santo Protomártir Estevão para comemorar a descoberta de suas relíquias junto às de Gamaliel, Habib e Nicodemos, pelo sacerdote Luciano, em Gamala da Palestina, em dezembro do ano 415. Segundo relato atribuído a Luciano, fora revelado em sonho, a ele e ao monge Migecio, o lugar onde podiam encontrar as relíquias do Santo Protomártir. Tendo sido descobertas conforme a revelação, foram solenemente trasladadas para Jerusalém pelo arcebispo João, juntamente com os bispos Eleutério de Sebaste e Eleutério de Jericó. Posteriormente, por volta do ano 428, durante o reinado do imperador Teodósio, o Jovem (408-450), as relíquias foram depositadas numa igreja em honra ao santo Diácono Lourenço, até o dia 02 de agosto, quando foram solenemente transferidas para uma igreja construída em honra do Protomártir Santo Estêvão. Fragmentos destas relíquias foram distribuídos para vários lugares do mundo, o que contribuiu para a propagação da devoção a Santo Estevão. Incontáveis milagres foram operados por Deus através de sua intercessão. Santo Evódio, bispo de Uzalum, na África, e Santo Agostinho, nos deixaram relatados muitos desses milagres.[…] «Está bem que, desejando obter, por sua intercessão, bens temporais, o imitemos de tal modo que possamos alcançar, finalmente, os bens eternos». Certamente Deus se fez homem para curar os males temporais, pois, durante a sua vida mortal, curou os enfermos, libertou os possessos e socorreu aos necessitados, dando-nos uma prova sensível do seu poder divino e indicando que veio para nos livrar das enfermidades.
[…] Depois da morte de Santo Estêvão por apedrejamento pelos judeus, o seu corpo não teve um sepultamento, mas foi atirado às bestas e aves, ao tempo. Gamaliel, um fariseu, membro do Grande Conselho, e doutor da lei e respeitado por todo o povo, tendo se voltado para a fé em Jesus Cristo como o Messias, aquele msmo que saiu em defesa dos Apóstolos no Sinédrio (At 5, 34-40), na segunda noite após a morte de Estevão enviou pessoas de sua confiança para que encontrassem e trouxessem a ele o seu corpo, sepultando-o numa caverna de sua propriedade não muito longe de Jerusalém. Mais tarde, Gamaliel se fez batizar com seu filho Habib. O segredo do lugar do sepultamento de Estevão foi deixado com Nicodemos, o discípulo que, durante a noite, visitava Jesus (Jo 3, 1-21; 7, 50-52; 19, 38-42). Depois de mortos, os corpos de Gamaliel e de seu filho Habib foram sepultados perto do lugar onde estava sepultado Estevão. […]
Trad.: Pe. André
II – Santo Estêvão, diácono, primeiro mártir, séc. I
Depois do Pentecostes, os apóstolos dirigiam o anúncio da mensagem cristã aos mais próximos, aos hebreus, aguçando o conflito apenas acalmado da parte das autoridades religiosas do judaísmo. Como Cristo, os apóstolos conheceram logo as humilhações dos flagelos e da prisão, mas apenas libertados das correntes retomam a pregação do Evangelho. A primeira comunidade cristã, para viver integralmente o preceito da caridade fraterna, colocou tudo em comum, repartindo diariamente o que era suficiente para o seu sustento. Com o crescimento da comunidade, os apóstolos confiaram o serviço da assistência diária a sete ministros da caridade, chamados diáconos. Entre eles sobressaía o jovem Estêvão, que além de exercer as funções de administrador dos bens comuns, não renunciava ao anúncio da Boa Nova, e o fez com tanto sucesso que os judeus “apareceram de surpresa, agarraram Estêvão e levaram-no ao tribunal. Apresentaram falsas testemunhas, que declararam: “Este homem não faz outra coisa senão falar contra o nosso santo templo e contra a Lei de Moisés. Nós até o ouvimos afirmar que esse Jesus de Nazaré vai destruir o templo e mudar as tradições que Moisés nos deixou.” Estêvão, como se lê nos Atos dos Apóstolos, cheio de graça e de força, como pretexto de sua autodefesa, aproveitou para iluminar as mentes de seus adversários. Primeiro, resumiu a história hebraica de Abraão até Salomão, em seguida afirmou não ter falado contra Deus, nem contra Moisés, nem contra a Lei, nem fora do Templo. Demonstrou, de fato, que Deus se revelava também fora do Templo e se propunha a revelar a doutrina universal de Jesus como última manifestação de Deus, mas os seus adversários não o deixaram prosseguir no discurso, “taparam os ouvidos e atiraram-se todos contra ele, em altos gritos. Expulsaram-no da cidade e apedrejaram-no.” Dobrando os joelhos debaixo de uma tremenda chuva de pedra, o primeiro mártir cristão repetiu as mesmas palavras de perdão pronunciadas por Cristo sobre a Cruz: “Senhor, não os condenes por causa deste pecado.” Em 415 a descoberta das suas relíquias suscitou grande emoção na cristandade. A festa do primeiro mártir foi sempre celebrada imediatamente após a festividade do Natal.
Extraído do site: ecclesia.com.br
Hino do dia
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Celebrações do dia
1. Lembrança do Santo Remanescente de Santo Estêvão
2. São Teodoro, o Neo-Mártir, que testemunhou em Dardanelos
3. Encontrando as Sagradas Relíquias dos Santos Máximo, Dada e Kiddillianos
4. Lembrança da inauguração da Igreja de São João, o Teólogo, perto da Santa Grande Igreja
5. São fokas
6. Oia Fotini o Chipre
7. São Justino II o rei
8. São Basílio, o Cálice e o Operador de Milagres em Moscou
9. Lembrança da inauguração da Igreja de Agia Argyris em Panayiouda Lesvos
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Evangelho - Mateus 14, 22-34
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Leituras do dia
Matinas - João 20, 19-31
Epístola - I Coríntios 3, 9-17
Epístola - I Coríntios 3, 9-17
Evangelho - Mateus 14, 22-34
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Jejum
Vinho
Permitido Vinho e azeite.
Abster-se de carne, peixe, laticínios e ovos
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)
Vinho
Permitido Vinho e azeite.
Abster-se de carne, peixe, laticínios e ovos
Extraído do site: Ορθόδοξος Συναξαριστής (Livro Ortodoxo dos Santos)


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